Joel Rocha: «Vitória justa»

Treinador do Benfica radiante com triunfo sobre o rival

• Foto: Vítor Chi

O Benfica venceu o Sporting por 4-3, na 4.ª jornada da liga de futsal portuguesa, e Joel Rocha, treinador dos encarnados, era claramente um homem feliz no final do encontro.

"Foi um jogo muito difícil e equilibrado. O Benfica foi uma equipa que fez da sua superação e da sua organização a base da sua vitória. Uma das chaves da vitória esteve na reação ao golo sofrido, que não nos desviou da abordagem ao jogo. A forma como reagimos de 0-1 para 4-1... É muito bom quando conseguimos transportar para a quadra muitos dos valores que queremos para o Benfica, numa vitória justa, no meu entender", começou por dizer em declarações difundidas pela agência Lusa.

Depois da 'escorregadela' na ronda inaugural do campeonato, o técnico de 37 anos considerou que era vital para a sua equipa vencer esta partida, em casa, diante do eterno rival.

"Temos disputadas quatro jornadas e a única em que não conseguimos aplicar a abordagem do ponto de vista estratégico foi a primeira, e não tem que ver com o empate [3-3 com o Elétrico]. O golo sofrido em casa podia ter-nos retirado a lucidez de continuar fiéis ao que preparámos para o jogo com o Sporting, que passava, do ponto de vista ofensivo, por combinações a dois muito simples, porque é aí que conseguimos criar danos a uma equipa que defende como o Sporting", sublinhou.

Rocha também considerou que a sua equipa acabou por ser superior em vários momentos do encontro.

"Parece-me que o Benfica foi também mais forte no momento de subir o seu guarda-redes e, se o Sporting não conseguiu mais, foi porque batemos os pés. No 5x4, sem tirar o mérito ao golo do Erick, o jogo devia ter acabado 5-3, com aquele remate do Fernandinho à barra", referiu.

O treinador das águias ainda aproveitou para deixar alguns reparos às arbitragens, mas também para elogiar a contenção dos seus jogadores, em relação às faltas.

"A tendência dos últimos dérbis é o Benfica ficar 'tapado' com cinco faltas muito cedo. Foi um desafio superado com excelência: estar uma parte inteira 'tapados' por faltas com uma equipa que tem desequilibradores de uma ponta à outra no campo e no banco. Houve total mérito da equipa. Parece-me que também não fizemos dez faltas, mas o que importa é que jogámos o jogo de acordo com as suas circunstâncias", concluiu.

Por Record com Lusa
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