Merlim: «O meu pai não me deixou desperdiçar o dom de jogar futsal»

Jogador do Sporting destaca crença do seu progenitor

R - O que o tornou o jogador que é hoje?

M – Batalhei muito e sofri bastante. Desisti muitas vezes. Se não fossem os meus pais, não estaria aqui. A minha mãe passava sempre com a mão na minha cabeça a dizer para não desistir, para voltar, enquanto o meu pai sempre foi firme comigo, para nunca desistir dos meus sonhos.

R - Tem 32 anos, mas dentro de campo parece um jovem de 20. É assim que se sente?

M – Claro. Sinto a mesma coisa, claro, com mais experiência, mas a vontade é a mesma de sempre e as pernas correspondem. Se não, não dava para estar aqui.

R - Se não fosse jogador de futsal, o que seria?

M – Não sei o que seria, sinceramente! Lembro-me que o meu pai me ajudou bastante nas minhas decisões. Ele colocou-me a trabalhar e eu não me dei bem. Não é que seja ‘vagabundo’, mas não me via a fazer outra coisa. O meu pai não me deixou desperdiçar o dom de jogar futsal.

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