O antigo selecionador nacional de futsal, Orlando Duarte, acredita que este pode ser o ano de Portugal no Campeonato da Europa. Em entrevista à revista Futsal+, o atual técnico do FK Nikars (Letónia) salienta a qualidade coletiva e individual da formação orientada por Jorge Braz e considera que "este vai ser o Europeu da consagração, há muito tempo merecida, da Seleção".
"O mais sério candidato é Portugal. A Espanha não está tão forte como em anos anteriores. Os grandes jogadores que criaram um coletivo extraordinário ao longo de uma década deixaram de jogar e gerações como aquela dificilmente se repetem. A Itália parece-me ao mesmo nível de há dois anos e, se jogar com Portugal, não terá a vida facilitada como teve nesse Europeu. Depois, a Rússia, com jogadores de imensa qualidade, mas que não funcionam como equipa. Das restantes seleções, a Ucrânia poderá discutir qualquer jogo, se entrar em campo com mais ambição. O Cazaquistão, com a sua forma de jogar, pode vir a criar muitas dificuldades aos adversários que se revelem impacientes na abordagem ao jogo. O Azerbaijão depende de quem, entretanto, naturalizou... As outras seleções, independentemente do crescimento evidenciado, podem, pontualmente, criar boas expetativas, mas sem capacidade para chegar aos primeiros lugares. A exceção poderá ser a Sérvia", referiu o treinador, elogiando o trabalho que te sido feito pela formação anfitriã.
Relativamente à Seleção Nacional, Orlando Duarte referiu que os 14 eleitos por Jorge Braz dão total garantia para o sucesso, e quando questionado sobre as individualidades, foi peremptório: " Quem me conhece sabe que não gosto de falar de individualidades. O coletivo está sempre acima de tudo. Abro uma exceção para dizer que, neste momento, temos, além do melhor jogador do mundo, o melhor pivô do mundo! Não joga os dois primeiros jogos, joga os restantes. Com maiores ou menores dificuldades a nossa Seleção vai passar em primeiro. E o coletivo está sempre acima de tudo..."
Arranca esta terça-feira mais uma edição do Europeu de futsal.
Caso tivesse igualado o número de Miguelín e Rivillos, teria arrecadado a Bota de Ouro, pelo facto de ter menos partidas disputadas.
Aos 17 minutos, La Roja já vencia por 4-0...
Douglas Júnior, com um hat-trick, Zhamankulov e o guarda-redes Higuita marcaram os golos dos vencedores, que estiveram a ganhar por 5-0. Pelos sérvios marcaram Rakic e Rajcevic.
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