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Troféu para uma nação

Mais de 100 portugueses estiveram no pavilhão e foi com eles que os campeões celebraram

• Foto: EPA

A Arena Stozice vestiu-se de verde e vermelho para celebrar o novo campeão da Europa, que vai guardar o título pela primeira vez por 4 anos (prova deixa de ser ano sim, ano não). A formação das quinas tem sentido desde o primeiro jogo o apoio de uma claque improvisada para a prova, a ‘Raça Tuga’, criada por estudantes de Erasmus. Ontem, puxaram pela equipa do princípio ao fim e, no momento de maior ‘aperto’, gritaram ainda mais alto, chegando mesmo a cantar ‘A Portuguesa’.

Os campeões da Europa agradeceram todo o apoio e afeto – ao som de ‘Casinha’, dos Xutos & Pontapés – e foi com eles que comemoraram a conquista, levando até eles o troféu que o capitão Ricardinho tinha acabado de elevar. O presidente Fernando Gomes também esteve presente e acompanhou o conjunto luso no campo, no momento da consagração, levando o troféu para junto de um outro, que foi conquistado no relvado de Paris em 2016.

A festa prolongou-se no balneário e a saída do pavilhão aconteceu poucas horas antes da saída para o aeroporto (agendada para as 4h30). A chegada a Lisboa acontece às 13h20, num voo proveniente de Munique, seguindo todos para a Cidade do Futebol.

De resto, foi a noite de Ricardinho. O Mágico – que quando saiu lesionado foi ovacionado e ouviu o seu nome a ser chamado até pelos espanhóis - foi eleito o melhor jogador da competição, ele que foi também o goleador-mor da prova (com 7 golos). A bota de prata pertence a Bruno Coelho, que marcou 6 golos, tendo feito o gosto ao pé em todos os jogos.

Por Cláudia Marques
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