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Seleção feminina arranca esta terça-feira a fase de apuramento para o Mundial'2027
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A extremo Beatriz Fonseca destacou esta sexta-feira o "futebol variado" de Finlândia e Eslováquia, os dois primeiros adversários da seleção portuguesa feminina na fase de qualificação para o Mundial'2027, que avalia como "competitivas".
"A equipa está concentrada, estamos focadas. Sabemos que são duas equipas muito competitivas, têm um futebol variado e o facto de jogarmos em casa também é um ponto a mais para nós. Queremos casa cheia", ambicionou a jogadora do Sporting, no arranque do quarto dia de estágio da equipa portuguesa, que decorre na Cidade do Futebol, em Oeiras, até domingo.
Conhecida pela sua versatilidade em campo, Beatriz Fonseca colocou as suas capacidades à inteira disposição da equipa técnica nacional para o primeiro jogo da fase de qualificação para o Campeonato do Mundo, na terça-feira, em Vizela, com a Finlândia como opositora, e também frente à Eslováquia, no sábado seguinte.
"Particularmente, gosto de adaptar-me às ideias do treinador, neste caso do professor [Francisco Neto]. Acho que sou uma jogadora bastante adaptável, porque dou o melhor de mim, tanto a nível defensivo como ofensivo".
A atacante de 27 anos, que, caso seja utilizada na próxima partida, passará a contabilizar 10 internacionalizações por Portugal, destacou a aprendizagem que nas últimas épocas permitiu que passasse a desempenhar funções de ala, reconhecendo ter evoluído no aspeto defensivo.
"Estou a descobrir uma posição que ainda não conhecia tão bem e a poder desfrutar, tanto a nível defensivo como ofensivo. Se calhar, no defensivo, ainda não me conhecia tão bem, mas continuo com aquele 'bichinho' do [jogo] ofensivo e dá para desfrutar disso também", assumiu, satisfeita com o seu atual momento.
Beatriz Fonseca mostrou, por isso, disponibilidade para continuar a ser útil à equipa nacional, oferecendo velocidade e dinâmica "tanto defensivamente, como ofensivamente", para que a equipa das 'quinas' alcance os seus objetivos.
"Espero continuar. Tenho liberdade para ir para trás e para a frente, como costumo dizer, e gosto de ajudar, tanto defensivamente como ofensivamente, por isso, aqui não vai ser diferente. Quero dar o meu melhor e é para isso que estou a trabalhar", insistiu a internacional portuguesa, natural da Guarda.
A jogadora lusa atravessa um bom momento de forma, tendo rubricado uma assistência para golo em cada um dos dois últimos jogos que disputou pelo Sporting, num registo ao qual espera dar continuidade ao serviço de Portugal.
"O que posso dizer é que vou dar o melhor de mim, se estiver lá dentro. Não posso prometer, mas vou esforçar-me e trabalhar para isso", salientou.
Portugal recebe a seleção finlandesa na terça-feira, em Vizela, e, quatro dias depois, é anfitrião da Eslováquia, no Estádio Municipal Cidade de Barcelos.
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