Jogar à Portugal
Jéssica Silva assume que o fator casa pode ser uma vantagem para o duelo contra a Bélgica
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Depois de marcar o golo que assegurou a passagem do Benfica à fase de grupos da Liga dos Campeões, Jéssica Silva espera dar seguimento ao bom momento, desta feita na Seleção portuguesa, que prepara a primeira ronda do playoff do Mundial’2023, frente à Bélgica, na quinta-feira (18 horas), no Estádio do Vizela.
"Tem sido um início de temporada atribulado por causa da lesão, mas esse golo deu-me confiança", admite a avançada ao Canal 11, antevendo um duelo equilibrado contra as belgas, as quais ocupam o 19º lugar do ranking, oito posições acima de Portugal: "Temos todas as armas para continuar o nosso sonho de marcar presença no Mundial. Será um jogo 50/50 e o facto de jogarmos em casa poderá ser uma vantagem para nós. Temos de jogar à Portugal. Nestes últimos anos, estamos a praticar um bom futebol, a marcar golos e a mostrar a nossa qualidade."
A internacional, de 27 anos, não fugiu do assunto do momento que está centrado nos alegados casos de assédio por parte do técnico Miguel Afonso, suspenso pelo Famalicão: "É algo transversal, não é só no futebol. Que haja mais pessoas a denunciar estes casos publicamente. Deixo uma palavra de força e solidariedade às jogadoras envolvidas."
Entretanto, o grupo de trabalho da equipa das quinas fica hoje completo com as chegadas da central Diana Gomes (Sevilha) e da médio Andreia Jacinto (Real Sociedad), que estiveram ao serviço dos respetivos clubes.