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A Suécia caiu, esta terça-feira, nas meias finais do Mundial feminino frente à Espanha (2-1), num jogo que motivou muitas críticas das jogadoras nórdicas à arbitragem de Edina Alves Batista. Esse descontentamento, de resto, ficou bem visível logo após a partida na zona mista, onde algumas atletas acusaram a brasileira de beneficiar a seleção espanhola.
"Não vi o [primeiro] golo, mas ouvi que houve um fora de jogo do ataque espanhol. Espero realmente que tenham tomado a decisão correta, porque se houver um erro vou ficar louca... Sempre que apitava algo contra nós, não entendia nada. Não acredito que tenha nível suficiente. Não foi por isso que perdemos o jogo, mas acredito que [a arbitragem] tem de ser melhor", referiu a central Amanda Ilestedt, numa opinião reiterada por Johanna Kaneryd.
"Falava a mesma língua que as espanholas e deu-lhes muitas vantagens. Estou enojada e chateada. Não obtive outra resposta que não o sorriso dela...", explicou.
Apesar de ter sido mais moderada nos comentários, a capitã Kosovare Asllani também dirigiu algumas palavras a Edina Alves Batista: "Há muitas árbitras que não são recetivas e precisam de melhorar a comunicação. Tento falar inglês com elas, mas não recebo muito em troca. Acredito que num Mundial seja preciso árbitras melhores", afirmou.
Refira-se que a Espanha ficará a conhecer esta quarta-feira o seu adversário na final do Mundial feminino, vaga que será disputada, pelas 11 horas, entre Austrália e Inglaterra.
Por Record