Capitão da Nigéria espera dificuldades frente a Portugal: «Vai ser um grande desafio»
Wilfred Ndidi fez a antevisão ao jogo
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Wilfred Ndidi, capitão da Nigéria, acredita que o jogo com Portugal, marcado para quarta-feira (20h45) em Leiria, será um "bom teste".
Já jogaram contra Portugal e contra alguns destes jogadores portugueses. Que recordações tem desse jogo?
Foi um jogo difícil, perdemos, tentámos o nosso melhor, mas Portugal foi superior. Tinha uma boa equipa e custou-nos bastante.
O que é que espera do jogo de amanhã e qual é o maior desafio?
Vai ser um grande desafio, um jogo importante. Aguardamos com expectativa pelo encontro. Como disse, perdemos o último jogo, aprendemos muito e esperamos melhorar neste.
A Nigéria falhou na qualificação para este Mundial, mas é uma seleção muito respeitada. O Mundial'2030 vai ser jogado em três países, incluindo Portugal e vocês estão agora a fazer a vossa preparação aqui. Poderá ser um indício de que algo de bom está para vir?
O mais importante é como estamos agora. O povo português é muito acolhedor, é um excelente país, com uma atmosfera fantástica. Não nos qualificamos para este foi muito doloroso. Tudo o que aplicarmos agora será para o futuro. Queremos continuar a melhorar, tentando garantir que não acontece novamente. O grupo está muito focado. Enquanto nação estamos tristes por não nos termos qualificado, mas apenas queremos focar-nos no futuro.
Como é que jogo pode impulsionar a tua equipa?
Vai ser um teste muito bom. Fizemos um outro teste contra a Polónia, outra grande equipa, grandes jogadores, sendo assim um grande teste para o nosso grupo e penso que será um bom jogo.
Como é trabalhar com Eric Chelle. Como é que se sentem mentalmente ao saberem que amanhã vão jogar contra uma seleção como Portugal?
O Eric é um excelente treinador, uma grande pessoa e a maneira como ele une a equipa é mesmo boa. Toda a gente está contente com ele, o que é o mais importante. Termos falhado a qualificação para o Mundial foi muito triste mas o objetivo não é penalizamo-nos mas sim focar-nos num futuro brilhante e como conseguimos atingir isso. Ele trouxe-nos esta filosofia e vê-se na maneira como jogamos. Não somos perfeitos mas havemos de chegar lá, tentando melhorar dia a dia.
A Nigéria conseguiu boas exibições nos recentes jogos. O que trouxe isso de confiança?
Quando perdemos, empatamos ou ganhamos continuamos a sonhar. Há muita confiança na equipa e sem esta filosofia não acreditaríamos em nós próprios. Não importa quem joga, mesmo que joguemos contra os maiores países do mundo. O mais importante é a equipa e estamos ansiosos de aplicar esta filosofia e estratégia no jogo. Se for como planeamos, brilhante, se não for, é bom na mesma. É esta a filosofia da equipa que o treinador nos incutiu.
Representa o Besiktas e tem dois jogadores portugueses na sua equipa. 'Recomenda-os' para a seleção portuguesa?
Tiago Djaló é uma pessoa fantástica. Ele ficou muito triste, tinha a vontade de estar com a Seleção. No Besiktas também não conseguimos os objetivos, mas eu não tenho o poder de sugerir nada por estes jogadores, são excelentes pessoas e bons jogador, agressivos.