Cinco nomes em 17 anos
Como se prova pelas dúvidas em relação à substituição de Fábio Coentrão, não tem sido fácil aos sucessivos selecionadores nacionais disporem de alternativas aos homens que são as suas escolhas princip
Ao longo dos anos, o papel de lateral-esquerdo tem sido desempenhado por jogadores que não tendo sido estrelas da Seleção Nacional conseguiram algum protagonismo, deixando marca pelos seus desempenhos. Ainda assim, como se prova pelas dúvidas em relação à substituição de Fábio Coentrão, não tem sido fácil aos sucessivos selecionadores nacionais disporem de alternativas aos homens que são as suas escolhas principais.
Desde o Euro’1996, disputado em Inglaterra, Portugal participou em oito fases finais, tendo o lugar de defesa-esquerdo sido desempenhado por cinco jogadores diferentes, cada qual marcando um ciclo: Dimas, Rui Jorge, Nuno Valente, Paulo Ferreira e Fábio Coentrão.
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Entre os europeus de 1996 e 2000, o titular foi Dimas, que dois anos depois, no Mundial da Coreia do Sul e Japão, foi rendido por Rui Jorge. Entre o Euro’2004 e o Mundial’2006, na Alemanha, foi a vez de Nuno Valente assumir a titularidade. Dois anos depois, no Euro’2008, Scolari adaptou Paulo Ferreira ao flanco esquerdo. Até que surgiu Fábio Coentrão, revelação no Mundial’2010, confirmada depois no Euro’2012.
Se Portugal estiver no Mundial do Brasil, Coentrão poderá tornar-se no primeiro lateral-esquerdo a estar em três fases finais.