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Presidente da Federação Portuguesa de Futebol falou ao Canal 11 à margem dos Globe Soccer Awards, no Dubai
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Pedro Proença falou este domingo ao Canal 11, à margem dos Globe Soccer Awards, no Dubai, sobre o ano de 2025 para o futebol português, e assumiu que tem o desejo de ver a Seleção Nacional a conquistar o Mundial'2026.
"O ano de 2025 é um ano excecional para o futebol português, nomeadamente para a Federação, jogadores e clubes. Esta gala, estas nomeações, treinadores, agentes, as próprias seleções... É o reconhecimento do trabalho que está a ser feito, que depois permite estes patamares de reconhecimento internacional. O futebol português é role model na criação e potenciação de talento do jovem jogador, do treinador, do dirigente, da organização. É evidente que estarmos aqui é um sinal desta positividade que vivemos", começou por destacar o presidente da Federação Portuguesa de Futebol.
Este ano deu para perceber que há futuro para a Seleção... "O que está a acontecer é um trabalho geracional, que foi iniciado há mais de duas décadas. Não é desta direção, é desta transversalidade e desta verdadeira visão holística que os dirigentes em Portugal têm tido. A onda base são os clubes, o movimento associativo. Este é o culminar de um trabalho feito de forma sustentada, planeada, de visão internacional e nas diversas modalidades. Tem a ver com o futebol feminino, com o futebol de praia, com o futsal. O que está dado como adquirido não é o sucesso de 2025, é o sucesso que o futebol português tem hoje e vai ter num futuro próximo. O futebol português vai continuar a ganhar porque este trabalho foi feito. Assumir sem receios esta nova dinâmica de vitórias é algo que esta nova direção e administração faz sem receios. Há momentos em que vamos ganhar, outros em que não vamos, mas o processo existe".
Deixa-o satisfeito ter outros agentes do futebol premiados? "É uma visão 360 do futebol português. Não se limita só à qualidade técnica dos jogadores, é também o trabalho do treinadores, diretores, muitas vezes figuras anónimas. Esse reconhecimento que temos de um trabalho que já era feito há muitas décadas mas que hoje é reconhecido internacionalmente. É no seu âmbito desportivo, organizacional e funcional. Temos elementos em todos os cantos do mundo. Fui presidente das Liga Europeias no passado e isto é algo que acontece de forma quase normal".
Cristiano Ronaldo continua a ser uma figura essencial nesta promoção internacional... "É uma marca que ultrapassa a Portucalidade. E todos o reconhecemos quando estamos no espaço internacional. Não foi por acaso que o primeiro-ministro mencionou a raça do nosso capitão. E é esse o ADN que nos define enquanto portugueses. Se voltarmos há séculos, a forma como liderámos o processo dos Descobrimentos, diria que é um bocadinho essa a dinâmica. Muitas vezes nos perguntam como um país tão pequeno consegue criar tanto talento. E hoje, o que era há poucos anos nos jogadores, acontece nessas áreas todas. A Universidade do Futebol, que a FPF vai lançar, é também para trazer o conhecimento técnico. Assegurámos não só o passado, o presidente, mas o futuro também está assegurado".
Para o ano gostaria de estar aqui como campeão do mundo? "Direi que Portugal tem de ter essa ambição. Estaremos neste momento no top'5 com capacidade organizativa e depois de talento que os jogadores têm para assumir que queremos ser campeões. Se vai ou não acontecer, será o pequeno detalhe que vai fazer a diferença. A Federação preparará tudo. Tendo a competência de jogadores, treinadores... Penso que temos a tempestade perfeita para que as coisas possam acontecer num dia de inspiração. Se adicionarmos mais duas ou três seleções... Queremos ser campeões do mundo e ter esta ambição sem arrogância, mas com a vontade de querer dar esta alegria ao povo português, que tanto merece".
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