Para poder usar esta funcionalidade deverá efectuar login.
Caso não esteja registado no site do Record, efectue o seu registo gratuito.
Defesa elogia qualidade da equipa e aguarda sempre com expectativa a sua chamada
Seguir Autor:
Renato Veiga esteve esta quarta-feira na sala de imprensa a fazer a antevisão do jogo de sábado com a Irlanda, de apuramento para o Mundial do próximo ano. O defesa do Villarreal mostrou-se confiante num bom resultado e elogiou o ambiente que reina na Seleção.
Sente que bom um momento no clube pode transparecer para a Seleção? É o caso de João Félix?
"O momento que os jogadores vivem ajuda sempre, mas são espaços diferentes. Este é um espaço de prestígio, em que todos os jogadores querem estar, a dar tudo pela Seleção. O Félix está a viver um bom momento e há que dar continuidade a isso."
Sente-se preparado para a titularidade?
"Trabalho todos os dias para estar preparado, tal como os meus companheiros. Somos um grupo unido, com qualidade, a união do grupo sobressai, estamos sempre preparados."
Que espera deste jogo frente à Irlanda? Foi chamado pela primeira vez há um ano...
"Sou alguém que pensa muito a curto prazo, no dia a dia, no que posso controlar, que é o meu trabalho. Todos temos sonhos e objetivos, mas foco-me no clube e na Seleção. Em relação aos jogos, estamos a trabalhar para colocar em prática o plano que o míster nos apresentar. Depois, o que resultar daí será consequência do trabalho."
Já esteve em quatro ligas, falta-lhe uma das Big Five e é internacional português...
"Tenho agradecer a Deus e à minha família, por todos os valores que me foram incutidos. Depois, é o trabalho que faço todos os dias, consistência. Os resultados são uma consequência disso."
Foi para si uma surpresa a Irlanda perder na Arménia?
"Sabemos que vai ser um jogo complicado, como todos os de seleções. O resultado pode parecer enganador para o que fizemos na Arménia, pela positiva, é um campo difícil. A Irlanda é uma equipa forte, mas estamos focados no que temos de fazer e apenas concentrados em nós."
Há mais união na Seleção depois da vitória na Liga das Nações?
"Já havia e há muito que estamos a trabalhar sobre espírito de entreajuda, de amizade pura e num bom ambiente. Quando se conquistam títulos criam-se mais laços e a Liga das Nações acabou por de ajudar mais. Mas continuamos a trabalhar nisso."
Houve muitas mudanças na sua carreira em pouco tempo. Como gere as expectativas?
"É um conjunto de fatores. O meu pai foi jogador e em criança andava de um sítio para outro, já vivi em muitos países. Sobre as expectativas, não me foco nisso, foco-me no trabalho e no que posso controlar. Ajuda o facto de ainda muito novo ter tido de me adaptar, a sair de Portugal, falar outras línguas..."
Jogo do Villarreal com o Barcelona vai ser disputado nos Estados Unidos. Como encara isso?
"Acho que o presidente disse que pagaria aos sócios a deslocação... Isso ajuda um bocadinho. Preferia jogar no nosso estádio, mas temos de nos adaptar à situação. Mas agora este espaço é de seleção e é nisso que estou focado."
Ronaldo falou ontem no final da carreira
"Ele disse que ia jogar uns aninhos mais... Só ele sabe quando irá terminar, pode ser daqui a muitos anos. É uma lenda e há que agradecer pelo que fez e faz pelo futebol português."
Qual dos quatro campeonato em que jogou se adapta melhor às suas características?
"Não sei... Cada campeonato tem as suas peculiaridades, gosto muito da Premier League, pela intensidade; da LaLiga, pela forma como se joga; de Itália, porque é um jogo de xadrez em termos táticos; da Alemanha porque é muito direto... Não sei! É seguir o caminho e focar no que aí vem. É o trabalho diário e é um orgulho estar aqui presente de cada vez que sou chamado."
Reclama alguns minutos ao mister Martínez?
"Isso cabe ao míster. Não reclamo porque temos muita qualidade e uma competitividade boa aqui na Seleção. Todos os meus companheiros estão a jogar nos seus clubes de forma excecional. É trabalhar porque é um orgulho estar na Seleção.
Sente que ganhou o seu espaço na seleção ou fica nervoso antes da convocatória?
"Sempre! Vejo sempre o míster aqui a dizer a lista. Nada é garantido, temos de trabalhar todos os dias para sermos chamados."
Agora é defesa central?
"Tenho jogado a central, é a posição em que me sinto mais confortável, mas estou preparado para ajudar a equipa onde for necessário."
Selecionador admite que os EUA concederam demasiado espaço aos jogadores portugueses
Selecionador já estreou 16 jogadores
Seleção estava sem vencer os norte-americanos há 4 jogos
No último jogo de preparação para o Mundial'2026 nesta pausa FIFA
Adeptos locais assobiaram também o hino egípcio
Jogador representou a seleção da Bulgária por 102 vezes e era titular na equipa que chegou às meias-finais do Mundial de 1994
Valorizar jogador local é objetivo do novo Manager da academia do emblema da 3ª divisão
Trio do podcast 'The Rest Is Football' não coloca o esquadrão luso entre favoritos, mas lembra que... Ronaldo pode fazer a diferença