«Sem armas, sem guerra»: AMI 'reimagina' hino e apela ao fim da guerra antes do EUA-Portugal

Campanha pede que deixe de se gritar "às armas"

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O treino da Seleção Nacional antes dos EUA-Portugal
O treino da Seleção Nacional antes dos EUA-Portugal • Foto: Lusa

O apelo é simples: não às armas. É desta forma que a AMI apresenta a sua mais recente campanha de sensibilização para o particular entre os EUA e Portugal, na madrugada desta quarta-feira (00H07), na qual 'reimagina' o hino nacional como forma de enaltecer a importância da paz mundial.

A campanha, que pode ser vista nas redes sociais da Fundação de Assistência Médica Internacional, começa ao som de “A Portuguesa”, pretensamente antes do EUA-Portugal. De súbito, o verso “às armas” é abruptamente substituído pelo som de tiros e de um pulsar de máquina que deixa de se ouvir, numa simbologia clara que remete para o título da campanha: “sem armas não há guerra”.

“Sabemos que usar um símbolo tão forte para os portugueses como o Hino pode ter impacto e é exatamente isso que queremos: impactar e fazer com que as pessoas reflitam sobre o tema”, afirma em comunicado Sérgio Lobo, diretor criativo executivo da WYcreative, a empresa responsável pela campanha. “Por mais duro que seja, a verdade é que, enquanto continuamos a gritar ‘às armas’ com toda a força, milhões de pessoas gritam por ajuda por causa delas”, sustenta.

Também por isso, na descrição do vídeo a AMI insta a que “na partida de hoje e durante o Mundial, deixemos de gritar ‘às armas’ como gesto de solidariedade para quem, nas zonas de conflito, grita por ajuda.

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