Um estatuto para reforçar em Baku

Seleção Nacional procura o sexto título europeu e aproximar-se dos oito da Espanha

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• Foto: André Sanano
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A Seleção Nacional sub-17 procura chegar ao sexto título na história do Campeonato da Europa neste escalão - depois dos êxitos em 1989, 1995, 1996, 2000 e 2003 - mas, até lá chegar, terá logo uma estreia de fogo em Baku. A equipa das quinas entra hoje em campo frente ao anfitrião Azerbaijão, e Hélio Sousa espera que o muito público aguardado no Estádio Olímpico seja algo favorável para o grupo.

"A condicionante diferente que este jogo poderá trazer é ter muito público. Isso terá de ser uma vantagem, com o futebol positivo que praticamos. Certamente que isso fará com que as pessoas se identifiquem connosco e tenham orgulho em relação ao que vamos fazer pelo seu país e pelo futebol", disse, na conferência de imprensa. O selecionador nacional promete uma equipa "muito competitiva e solidária" e, por certo, a tentar repetir a eficiência da Ronda de Elite. Portugal cumpriu esta fase com três vitórias em outros tantos encontros e as recordações são boas com o Azerbaijão. O último jogo entre ambas as equipas, em 2015, terminou com 3-0 para a formação lusa.

Força de anfitrião

Do lado oposto vieram elogios para o conjunto português. O selecionador azeri, Tabriz Hasanov, reiterou que o adversário foi estudado com afinco e espera que o apoio do público possa fazer-se notar. "Observámos Portugal por três vezes. Tem uma equipa muito técnica e veloz mas vamos fazer o nosso melhor. Com certeza que vamos ter muito apoio e isso vai motivar-nos." No entanto, embora seja esperado muito público, não é crível que o Olímpico de Baku, com capacidade para 70 mil espectadores, tenha lotação esgotada.

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