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Selecionador sub-19 mostrou-se orgulhoso após a goleada sofrida frente à Inglaterra
Portugal foi goleado em casa pela Inglaterra (0-6) e falhou o acesso à fase final do Euro sub-19. Após o jogo, o selecionador Emílio Peixe mostrou-se orgulhoso pelos seus pupilos e com a crença de que o resultado não espelha a diferença entre as equipas.
"A diferença de 6 golos não é verdadeira. Inglaterra tem uma excelente equipa com jogadores que jogam na Premier League, mas a diferença coletiva e individual entre a nossa equipa e a deles não é de 6 golos. A expectativa era enorme entre os miúdos. Eles acreditavam que era possível ganhar a esta extraordinária equipa inglesa com jogadores num contexto competitivo muito acima. A equipa quis sempre e andou atrás daquilo que era o objetivo principal. Mas, a partir do segundo golo, destapámos um pouco a nossa organização defensiva e, quando se sobe a manta, destapa-se os pés e cobre-se a cara e o contrário é verdade também. Mas estou muito satisfeito pelo trajeto destes miúdos nestes dois anos que estou com eles, nos sub-18 e sub-19", começou por dizer, antes de continuar a mensagem de esperança para o futuro de todos estes jovens.
"A atitude, o compromisso e o sentimento que eles têm por representar Portugal é fantástico. E todos eles vão ter carreiras muito boas, não tenho dúvidas nenhumas. Eu, enquanto formador de jovens jogadores na formação, tenho que estar muito satisfeito pelo desempenho que eles tiveram ao longo destes dois anos. Contudo, estou obviamente triste porque nós queríamos passar e queríamos ir ao Europeu, mas ficará para uma outra altura", acrescentou.
Relativamente à substituição de José Neto - lateral-esquerdo do Benfica que já alinhou pela equipa principal - ao intervalo, por Duarte Tomás, o treinador revelou que foi por motivos físicos. "No intervalo, queixou-se. Estava condicionado e algo fatigado também e decidimos substitui-lo", explicou.
Quanto a lições a tirar após uma goleada tão pesada, o técnico de 53 anos apontou ao trabalho. "A lição é que o objetivo e o comportamento que têm de ter ao longo da vida e da carreira resume-se ao trabalho. É muito rudimentar falar só do trabalho, mas é fundamental para quando tiverem oportunidade nas equipas principais. Sinto que eles se estão a preparar. Nós estamos aqui para ajudar os miúdos e acreditamos muito no potencial destes miúdos", concluiu.
O capitão Diogo Ferreira acredita que a imagem deixada não corresponde à qualidade real da equipa.
"Não entrámos bem no jogo, mas acho que reagimos muito bem. Tivemos quase sempre por cima na primeira parte e tivemos azar de não ter feito golo com a bola ao poste e outras que estiveram perto de entrar e não entraram. O futebol é assim, mas entrámos muito mal na segunda parte. Não fomos nós, não fomos Portugal. Isto não representa a nossa equipa, não representa a nossa geração cheia de qualidade que ambicionava muito chegar ao Euro, mas infelizmente acabou. Agora, temos de refletir e seguir em frente", afirmou o guarda-redes no final do jogo, antes de revelar que o discurso interno do treinador foi semelhante à mensagem para fora.
"O mister agradeceu-nos por estes dois anos, por todo o empenho ao longo destes dois anos. Disse que estava muito orgulhoso de nós", disse o jovem de 19 anos, que aproveitou ainda para agradecer a Emílio Peixe "por tudo o que fez por nós".
O guardião do Benfica retirou, contudo, uma lição difrente do selecionador após a goleada. "O jogo tem 90 minutos, não tem 45, 60 ou 75, tem 90 minutos. Acho que temos de aprender a ser mais constantes, saber gerir o jogo e saber marcar. Acho que passa também muito por aí", finalizou.
Por: J.M.
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