Pela terceira vez consecutiva na fase final de um Mundial sub-20, Portugal viajou para a Nova Zelândia com enormes expectativas. Dois títulos mundiais (1989 e 1991) e um 2.º lugar (Colômbia’2011) cimentavam o estatuto da equipa de Hélio Sousa que confirmou o seu potencial com três vitórias inequívocas (Senegal, Qatar e Colômbia) na fase de grupos.
A seleção anfitriã foi a adversária nos ‘oitavos’ e novo triunfo (2-1) promoveu uma cimeira lusófona nos quartos-de-final em Hamilton. Depois de 120 minutos em branco – mas com maior ascendente português – o sortilégio das grandes penalidades definiu o vencedor: o Brasil (marcou três, contra uma de Portugal.
"Fomos melhores, mas não o suficiente", lamentou o selecionador Hélio Sousa, mas com a certeza de ter projetado novos valores do futebol nacional. Têm agora a palavra Gelson Martins, Gonçalo Guedes, André Silva, Rony Lopes, Raphael Guzzo...