A crónica do Portugal-Azerbaijão, 5-0: Freire arranca com o pé na tábua
Apesar de alguma demora a engrenar, os meninos de ouro convenceram sob o novo selecionador
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Convincente, eficaz e prometedora. São as palavras capazes de descrever a exibição que a seleção nacional protagonizou na estreia de Luís Freire como selecionador, que já teve de puxar dos galões a nível tático para bater um Azerbaijão, teoricamente, mais fraco, mas fiel aos seus princípios de bloco baixo e parede dura de demolir.