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O histórico e prestigiado jornal Record convidou-me para escrever neste seu novo conjunto de crónicas. Faço-o com muito gosto e, claro está, como sportinguista militante (sei que haverá outros cronistas como representantes, digamos assim, dos demais principais e históricos rivais, o Benfica e o FC Porto, que aproveito para daqui saudar). Agradeço, pois e muito honrado, o convite que me foi feito, de modo muito especial a Bernardo Ribeiro, diretor deste periódico desportivo de décadas (todas as da minha vida!), atualmente e há vários anos com edição diária e constante, mas que acompanho desde os tempos das suas então edições como trisemanário.
Coincidentemente esta minha estreia ocorre logo após a “jornada grande” deste último fim de semana. No sábado, o SPORTING - depois de uma primeira parte de grande nível e na qual vincou bem a sua candidatura ao “tri”, durante a qual marcou por duas vezes (e mais poderia ter marcado!) e sofreu um golo, numa indiscutível grande jogada de futebol do Braga, na única vez em que este rematou à baliza leonina - acabou, mesmo no último fôlego dos “descontos” do final da segunda parte e do jogo, por se deixar empatar ao conceder um penálti, que me pareceu desnecessário. Fica da partida a sensação que o SPORTING na segunda parte fez aquilo a que habitualmente se apelida de “gestão do jogo”, desde logo porque na terça-feira passada tinha tido e ganho um jogo muito competitivo com o FC Porto (na meia-final da Taça de Portugal) e porque na quarta-feira que se avizinha faz uma longínqua viagem ao Círculo Polar Ártico para jogar com o Bodo Glimt, nos oitavos-final da Champions, como único representante português nessa prova maior do futebol de clubes mundial. Certo é que o SPORTING trouxe um ponto de Braga. E trouxe também a esperança de continuar a lutar pelo tal “tri”. É justa ainda uma palavra sobre a arbitragem do jogo de Braga. Miguel Nogueira fez um bom trabalho. O VAR Manuel Mota também. Os dois assinalados penáltis são ambos penáltis. No demais estiveram, com ou outro natural deslize, no geral bem. Oxalá fosse sempre assim!
Acabado o jogo de Braga, faltava ainda jogar a partida de domingo entre o Benfica e o FC Porto. Não vi esse jogo, pois - numa “originalidade” que em toda a Europa só persiste em Portugal - o mesmo apenas é emitido, em circuito fechado, num canal de clube, filmado por funcionários do clube, comentado por empregados do clube, cobrado como receita desse clube… ou seja, um canal que - obviamente - não subscrevo, nunca subscrevi e nunca subscreverei! Sempre na esperança, claro está, que o “25 de Abril” também chegue um dia ao futebol nesse bairro de Lisboa (onde passo todos os dias) e se acabe de vez com estes privilégios nefastos que alguns persistem em defender e querer. Limitei-me, assim, a ver os lances que apareceram nas televisões após o jogo, nomeadamente os golos. Pareceu-me, nas parcas imagens que vi, que o FC Porto jogou mais na primeira parte e que - como o SPORTING fez em Braga - tentou depois gerir a segunda parte do jogo, quiçá também pelo desgaste das meias-finais da Taça de Portugal jogadas a meio da semana. O FC Porto marcou dois golos na primeira parte, tendo o Benfica empatado no final do jogo, momento esse festejado pelo treinador José Mourinho de modo que seguramente teria ele próprio verberado se se chamasse Vinicius! O resultado final, curiosamente com o mesmo resultado do jogo de Braga, ou seja um empate a dois golos, deixa a tabela classificativa do Campeonato na mesma, ainda que com menos uma jornada para disputar. Temos agora mais nove jornadas… venham elas!
Concluindo, certo é que o SPORTING segue a quatro pontos (que são equivalentes a cinco, como se sabe, por força dos jogos que já teve com o FC Porto) da liderança e que continuará na senda do “tri”! Para já, no entanto, temos a Champions… Força, SPORTING!
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