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Quando o Troféu saiu da vitrina e entrou na festa

O Troféu Original do Campeonato do Mundo da FIFA esteve no Porto e foi mostrado ao público num Dragão Arena transformado em espaço de festa, jogos e ativações ligadas ao futebol. Durante várias horas, famílias, adeptos de diferentes gerações e curiosos passaram pelo recinto para ver de perto um dos símbolos mais reconhecidos do desporto mundial. A passagem do FIFA World Cup 2026 – Coca-Cola Trophy Tour Portugal pela cidade foi assumidamente aberta e gratuita, numa opção que marcou todo o desenho do evento. Em vez de um momento reservado a convidados ou imprensa, a Coca-Cola levou o troféu para junto do público e construiu à sua volta um conjunto de ativações que misturaram memória, jogo e convite à participação.

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A fotografia oficial com o Troféu Original do Campeonato do Mundo da FIFA foi, naturalmente, um dos pontos mais concorridos do dia. Mas à volta desse momento central foram-se formando outros focos de atenção. A Net of Wishes convidou os visitantes a deixar mensagens e desejos ligados ao Campeonato do Mundo da FIFA, enquanto a Giant Sticker Collection Panini recuperou o ritual quase sagrado de colar cromos, agora em escala gigante. As ativações da Hyundai e da SportTV completaram um circuito onde o futebol foi sendo contado de várias formas, sempre com as marcas como fio condutor.

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Da teoria à prática, houve espaço para um torneio 3x3 que trouxe competitividade e barulho às bancadas da Dragão Arena. Ao todo, foram 16 as equipas inscritas, eliminadas ao longo do dia até à final, que deu à equipa vencedora a possibilidade de jogar frente às lendas do FC Porto, reunidas na equipa Porto Vintage.

Para Diogo Martins, diretor de Marketing da Coca-Cola, o futebol continua a ser um território natural para a marca, numa parceria que tem mais de cinco décadas. E num ano em que Portugal começa a olhar para o Mundial de 2030, trazer o troféu em 2026 teve também um lado de antecipação. “Quisemos, ao contrário de outras edições, fazer, além de um evento mais institucional e de imprensa, um evento aberto ao público, para também dar oportunidade aos consumidores da cidade do Porto e da região de viverem mais de perto as emoções do Mundial”, explica o diretor de Marketing da Coca-Cola.

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Mas foi o jogo entre uma equipa de influencers e o Porto Vintage que acabou por concentrar atenções. Do lado dos Vintage alinharam Hélder Barbosa, Jackson Martínez, Nuno André Coelho e Bruno Alves. Do outro, um conjunto de criadores de conteúdos onde a vontade tentou compensar aquilo que o físico já não garantia. A diferença foi-se tornando evidente à medida que o jogo avançava, com a rotatividade do lado dos influencers a aumentar, sinal claro de que o fôlego não acompanha sempre o entusiasmo.

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Ainda assim, não faltou nada: golos, penáltis, momentos de maior intensidade e uma boa dose de humor, com Ukra, assolado por cãibras, a acabar por pedir… uma Coca-Cola. O gesto arrancou risos ao público e funcionou quase como epílogo involuntário de um dia em que o futebol foi levado menos a sério. E, talvez por isso mesmo, vivido com mais prazer.

A entrega dos prémios à Equipa 3, que teve o privilégio de ir à final, ficou a cargo de Roberto Carlos. Cada jogador da formação vencedora foi presenteado com uma televisão, uma camisola do FC Porto autografada e uma bola Adidas, para além de outros brindes, num momento que juntou passado glorioso e entusiasmo do presente.

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Quando o Troféu saiu da vitrina e entrou na festa

A dinâmica criada pelos “Anjos de Cândido” teve também rosto e presença constante no recinto. Entre eles esteve Luana do Bem, que circulou pela Dragão Arena ao longo do dia, interagindo com o público e ajudando a manter o ambiente informal e participativo que marcou o evento. Sem palco nem discurso ensaiado, a proximidade com os fãs foi-se fazendo em pequenos gestos, conversas rápidas e momentos espontâneos, contribuindo para uma experiência vivida mais como festa do que como cerimónia.

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No final, mais do que a imagem de um troféu lendário, ficou a memória de uma experiência partilhada. Para Diogo Martins, o que a marca procura é precisamente prolongar esse sentimento no tempo. “Gostava muito mais que criasse uma expectativa de que pode celebrar em julho, caso nós sejamos campeões do mundo, e que tenha a Coca-Cola bem presente nos seus momentos de emoção e de consumo, durante os Jogos de Futebol da Seleção e dos restantes países. E gostava que sentisse que, de facto, a Coca-Cola é uma marca cada vez mais local em Portugal, que se associa a outros parceiros locais como o Futebol Clube do Porto, a Federação Portuguesa de Futebol e a Câmara Municipal do Porto, e que está super integrada no ecossistema nacional e culturalmente relevante em Portugal”, afirma o diretor de Marketing da Coca-Cola, explicando as sensações que gostaria de deixar nas pessoas com o evento que marcou a passagem do FIFA World Cup 2026 – Coca-Cola Trophy Tour Portugal pela cidade invicta.