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Consulta do viajante: a bola está do nosso lado

Visitar um especialista antes de sair do país evita que umas férias de sonho se tornem um pesadelo

Viajar para destinos tropicais requer alguns cuidados obrigatórios. As vacinas são cruciais, pois evitam que o viajante contraia doenças locais, protegendo igualmente a população do país de origem, após o regresso das férias. Os paraísos terrestres têm areias douradas e finas e águas mornas. Também têm micro-organismos, insetos que podem transmitir vírus perigosos, problemas com a água potável e de acesso à saúde. Doenças como o dengue e o zica são uma realidade na América Latina. Na Ásia, a malária é um enorme problema. E neste caso não existe vacina ou proteção totalmente eficaz. Assim, o melhor é evitar ser picado pelos mosquitos, recorrendo a redes próprias, repelentes, roupas que cubram a maior parte do corpo e afastando-se de zonas pantanosas e pouco saudáveis.

A febre-amarela, a meningite meningocócica e a poliomielite são outras doenças graves e com vacinação obrigatória. Noutro terreno, há que ter cuidado com a alimentação que se faz nestes períodos estivais. Nos países tropicais e de gastronomia condimentada, devem evitar-se molhos, especiarias e comida crua. Quem não o fizer arrisca-se a levar um cartão vermelho em plenas férias! Assim sendo, marisco, peixe, carne e ovos devem ser consumidos da forma mais natural possível. Aconselha-se também a beber apenas água engarrafada ou, pelo menos, fervida. Deste modo, é garantido que não se está tempo de mais no balneário.

Há, no entanto, destinos menos exóticos e para os quais não se têm de ter tantos cuidados antes de embarcar. Ir a uma consulta do viajante apenas quando se vai viajar para países nos quais se aconselha vacinação é um erro! É que existem muitos micro-organismos responsáveis por doenças e a vacinação apenas protege contra uma mão-cheia deles. É por isso que se deve sempre fazer uma consulta do viajante: porque direciona a pessoa no sentido de minimizar o risco de contrair doenças em qualquer parte do globo.

Consulta do viajante entra em campo

Não se deve ir à consulta do viajante com vários meses de antecedência nem muito em cima do acontecimento. Recomenda-se ir à consulta um mês antes da viagem. Esta é a altura certa para entrar em campo. Nesta consulta, o especialista aconselha o viajante sobre os medicamentos e artigos que deve levar na sua farmácia de viagem, consoante o destino. É traçado o perfil psicocomportamental, pelo que a primeira consulta tem sempre de ser presencial. Grávidas, crianças, idosos e pessoas com doenças crónicas são avisados dos riscos que existem em determinadas geografias. O especialista faculta ainda aos viajantes informação sobre a área de destino, as vacinas que se têm de tomar e muito mais.

Ir a uma consulta do viajante é como estar a jogar em casa e em superioridade numérica sobre adversários perigosos e que jogam constantemente ao ataque, neste caso as doenças. Ter um bom seguro de saúde é jogar em contra-ataque e vencer os imprevistos com uma goleada. Oferta de locais para fazer a consulta não falta, estando disseminada por Portugal, e inclusive a Direção-Geral da Saúde aconselha a esta prática. A bola, já se percebeu, está do nosso lado!

Link úteis para conhecer melhor o adversário

www.dgs.pt 

http://www.spmv.pt 

http://www.who.int/ 
 
https://www.fitfortravel.nhs.uk