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Tudo a postos? Festeje os golos bem acompanhado

O desporto que une nações volta no início de junho para mais uma época decisiva. É hora de envergar as camisolas, os chapéus e os cachecóis. Preparar os amendoins, as pipocas, os tremoços e, claro, pôr as Super Bock no frigorífico. Para brindar às vitórias, para afogar as mágoas das derrotas ou simplesmente para beber um trago que acalma os nervos, a cerveja não pode faltar ao convívio. Na companhia dos amigos certos, os 90 minutos podem estender-se pela noite dentro… Mesmo sem prolongamentos.

Motivos para festejar

A bola pode ainda não ter começado a rolar, mas há sempre motivos para celebrar e para juntar o grupo. Se precisa de aquecer e entrar em estágio, as festas dos Santos Populares são o motivo mais que perfeito para começar as reuniões de equipa. Começam já com o Santo António e prolongam-se por todo o mês. Por si só, a razão suficiente para pegar na imperial e delinear estratégias.

Junte-se aos amigos e façam o vosso próprio plano de jogo, para cobrir o campo todo e celebrarem os Santos pela capital. O golo de baliza pode ser substituído pelo golo na Super Bock, porque nada liga mais com cerveja do que Santos e futebol.

Amigos para todas as ocasiões

Para assistir a jogos de futebol também é preciso técnica, estratégias e mudanças de planos. Se, do lado de lá, cabe ao treinador dar as ordens e liderar as equipas, por cá é preciso coordenar tropas mesmo antes de a partida começar. Quem fica encarregado da comida? Quem compra a Super Bock? Onde se vê o jogo? Quem é o responsável pelo passa-palavra? Quem vai ser convidado?

Esta última pergunta, aparentemente fácil, é aquela que mais dor de cabeça traz. Porque nos jogos de futebol, como na vida, todos temos personalidades e particularidades que já nem são defeitos, são feitios.

Do amigo que pensa saber mais do que o videoárbitro ao amigo que torce sempre pela equipa contrária. Do desastrado que entorna a bebida ao perfecionista que não passa sem a base para o copo. Do que dá murros na mesa de revolta ao dramático que a cada derrota verte um rio. Não poderia faltar, o engraçadinho que em plena exibição do Cristiano Ronaldo com a camisola de Portugal solta um "eu prefiro o Messi!".


Os nervos até podem levar a melhor momentaneamente, mas são as particularidades de cada um que tornam cada jogo num convívio inesquecível. No fim de contas, o importante é não deixar ninguém de fora. Vá pela máxima do "quantos mais melhor", até porque "a união faz a força". Mesmo que a equipa por quem está a torcer não vença, abra a carica, verta a Super Bock, erga o copo, e brinde à amizade.
M M