Insparya “vira o jogo” à alopecia com ajuda do Mundial
Sob o mote “Vire o Jogo. Assuma o Controlo”, marca de Cristiano Ronaldo usa o futebol como metáfora para devolver confiança a quem perde cabelo
Com Portugal a viver a fase final do Mundial e a acompanhar cada decisão da Seleção, a Insparya recorreu ao universo do futebol para abordar um tema que também envolve escolhas importantes: a alopecia e a procura de tratamento para a queda de cabelo. “Portugal está numa fase final do Mundial, um momento de decisões. E o tema da alopecia e da queda de cabelo é também um tema de decisões”, explicou Francisco Freitas, CMSO e membro da Comissão Executiva do Grupo Insparya. “O que acontece a maior parte das vezes é que os nossos pacientes vivem anos a pensar nisto e a tentar arranjar uma solução, e nunca a encontram. O que queremos demonstrar com esta campanha é que, primeiro, há soluções”, afirma o executivo, traçando um paralelo entre o orgulho de ver a Seleção na fase final do Mundial e o momento de decisão de quem precisa de tratar a sua alopecia.
Sob o mote “Vire o Jogo. Assuma o Controlo”, a campanha, com presença em televisão, digital e marketing direto, conta também com Cristiano Ronaldo, cofundador do Grupo Insparya. “O futebol vive muito de confiança, identidade e superação. E aquilo que fazemos diariamente na Insparya é precisamente ajudar pessoas a recuperarem essa confiança”, resume Francisco Freitas.
Questionado sobre o maior obstáculo dos pacientes, Francisco Freitas não tem dúvida de que é “a falta de autoestima e confiança. Os pacientes não gostam de se ver ao espelho nem de certas fotografias. Hoje estamos todos nas redes sociais, e isso faz com que escondam ainda mais o problema.”
80 mil pacientes tratados
A evolução tecnológica registada nos últimos anos tem sido determinante para tornar os tratamentos mais eficazes e menos invasivos. Francisco Freitas recorda que as técnicas utilizadas há sensivelmente 15 anos implicavam procedimentos cirúrgicos significativamente mais agressivos do que os atuais. “Hoje conseguimos extrair cabelo de uma zona dadora e pô-lo na zona recetora de uma forma muito menos invasiva”, explica. Segundo o responsável, o cabelo transplantado mantém as suas características genéticas, permitindo resultados permanentes, embora o cabelo nativo continue sujeito ao processo natural de queda associado à predisposição genética.
Com mais de 80 mil pacientes tratados e presença em cinco países, a Insparya considera que a sua principal diferenciação assenta na dimensão clínica da operação. O grupo conta atualmente com 15 clínicas e mais de 500 colaboradores, dos quais cerca de 80% desempenham funções diretamente ligadas à atividade clínica. “Somos uma clínica, tratamos uma doença, que é a alopecia, e temos médicos e enfermeiros a trabalhar connosco. Isso é diferente de outros grupos”, sublinha Francisco Freitas.
Outro dos fatores que a empresa considera distintivos é a aposta continuada em investigação e desenvolvimento. O Grupo Insparya criou o seu próprio centro de investigação no Porto, onde desenvolve novas abordagens clínicas e tecnologias exclusivas para a área da saúde capilar. Entre essas soluções encontra-se o BotHair UltraPlus, um sistema desenvolvido internamente que resulta do trabalho conjunto entre equipas de engenharia, investigação e profissionais de saúde. “Decidimos criar o nosso próprio centro de I&D porque não havia quem desenvolvesse estas soluções. Isso dá-nos uma vantagem competitiva muito grande e permite-nos incorporar rapidamente os avanços que vão surgindo”, afirma.
Segundo a Insparya, o objetivo desta campanha é não apenas promover os seus serviços, mas também sensibilizar para uma condição que continua a afetar a qualidade de vida de milhares de pessoas. A mensagem central, tal como acontece no futebol, é que também perante a alopecia existe um momento em que é preciso decidir entrar novamente em jogo.