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O perigo (pode estar) no balneário

Falta de privacidade e falta de limpeza podem levar os alunos a evitar o uso destes espaços. Esteja atento!

Praticar desporto é essencial para a saúde, física e mental. A disciplina de Educação Física é especialmente relevante por ser, muitas vezes, o único momento em que os alunos encontram tempo e espaço para a prática de exercício. Nela têm a oportunidade de contacto com várias modalidades. Além dos óbvios benefícios físicos, o exercício promove a autonomia, o espírito de equipa, eleva os níveis de felicidade e diminui o stress.

Mas, de cada vez que os alunos têm aulas de Educação Física, pode haver um inimigo escondido que os pode prejudicar. Falamos dos balneários, passagem obrigatória antes e depois da aula. Há alguns perigos que alunos, pais, professores e funcionários devem ter em atenção.


Supervisionar os balneários 


Na edição de 2018 do estudo "A saúde dos adolescentes portugueses" – coordenado pela investigadora Margarida Gaspar de Matos e com uma amostra de quase 7000 alunos –, 19,5% dos inquiridos assumiram não tomar sempre banho depois da prática de exercício físico. Este dado é preocupante – uma higiene pessoal cuidada é essencial à saúde e bem-estar pessoal e dos que nos rodeiam.


Vale a pena, contudo, debruçarmo-nos sobre os problemas que podem estar na origem desta relutância. No mesmo estudo, 54,7% das crianças consideram ter "o corpo ideal", 17% consideram estar "magros" e 28,3% consideram estar "gordos".


Já o estudo "Escolas Públicas – Condições de Saneamento e Conservação" refere que 10,3% das crianças inquiridas sentem falta de segurança nas casas de banho das escolas públicas, com "portas que não fecham/sem trinco". Estes dados, recolhidos sobre um espaço privado como é o WC, demonstram a relutância dos alunos em utilizar uma zona tendencialmente menos vigiada. O estudo não incide sobre os balneários mas, num espaço onde em que se combina uma maior exposição do corpo com uma menor supervisão, é natural que os alunos se sintam também vulneráveis. 


O mesmo estudo foca a ausência dos funcionários nas casas de banho como uma das principais causas para o mau estado em que estas se encontram, com uma média de 49,4% dos estudantes a referi-lo. Este dado é especialmente relevante se se cruzar a informação de alguns estudos internacionais que assinalam a referência às casas de banho como um espaço onde ocorrem ações violentas. A presença de funcionários torna-se assim imperativa para controlar abusos.

Os problemas não se cingem, contudo, à perceção e ao conforto emocional dos alunos. No caso dos balneários, combina-se num mesmo espaço a zona de vestiário, a zona de duche, a zona das retretes e a zona dos lavatórios. São, desta forma, um dos espaços que carecem de mais cuidado na limpeza e manutenção.


Limpezas – problemas com fim à vista!

O estudo "Escolas Públicas – Condições de Saneamento e Conservação" traz alguns dados relevantes sobre as rotinas de limpeza nas casas de banho das escolas, bem como a forma como influencia os hábitos de higiene dos mais novos em período escolar. O dado mais preocupante diz respeito ao uso da casa de banho – uma média de 51,3% dos alunos afirmam que apenas vai à casa de banho em último recurso.

O motivo? Casas de banho sujas, onde a higiene e a segurança não parecem ser uma prioridade. A frequência com que é feita a limpeza é assinalada por 39,1% dos inquiridos como motivo para o estado das casas de banho, e a limpeza deficiente por 29,9%. Ou seja, há pouca limpeza e, quando há, não é feita da forma mais correta, segundo a perceção dos inquiridos.

Nas casas de banho dos balneários estes aspetos são ainda mais importantes, uma vez que os alunos têm de utilizar espaços comuns para tomar banho. Um dado positivo:nas casas de banho escolares, apenas 2,2% dos inquiridos referiram a falta de água, essencial também depois da atividade física. Os outros problemas, contudo, precisam de solução.

É preciso incutir o hábito nas crianças de uma correta higiene, com banho, alertando sempre para as proteções: usar sempre chinelos, mudar de roupa interior depois do banho, não partilhar objetos como toalhas e esponjas de banho.

Com a escola, é preciso perceber o tipo de limpeza que é feito nestes espaços, não só ao nível de frequência como dos produtos utilizados. A marca Domestos, especialista em limpeza de casa de banho, quer sensibilizar a comunidade escolar para a importância de bons hábitos de higiene e promover práticas corretas na utilização dos WC. Para isso, criou o passatempo Domestos nas Escolas, em que o vencedor verá uma casa de banho intervencionada para melhorar as condições. Podem ainda habilitar-se a um cabaz de produtos de limpeza.

De que está à espera? Corra para o passatempo!

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