_
Carlos Cordeiro, filho do pai português Pedrito de Sousa Cordeiro e de mãe colombiana, foi eleito presidente da Federação de Futebol dos Estados Unidos numa segunda ronda, em que obteve 41.8 por cento dos votos, contra 33,3 por cento da candidata Kathy Carter, antiga guarda-redes estado-unidense e atual presidente da Soccer United Marketing. Aos 61 anos, Carlos Cordeiro é um ex-executivo da Goldman Sachs e era o adjunto de Sunil Galati, que liderou os destinos da federação dos EUA desde 2006 e resolveu não voltar a candidatar-se.
Desta forma, a vitória de Carlos Cordeiro traduz-se num duro golpe para quem pedia mudanças radicais no corpo governante do futebol dos Estados Unidos, depois do fracasso da seleção no apuramento para o Mundial'2018, na Rússia. Os antigos futebolistas Eric Wynalda, Kyle Martino, Paul Caligiuri e a conhecida Hope Solo integravam esse lote. Também a Major League Soccer, competição de futebol mais importante dos Estados Unidos, sai 'derrotada' nestas eleições já que manifestou apoio a Kathy Carter durante o período eleitoral, por se tratar do aliado comercial pelo já referido cargo da antiga futebolista.
Carlos Cordeiro era membro da direção da federação dos Estados Unidos desde 2007 e subiu à vice-presidência em 2016. Representa ainda aquela federação no Conselho da Concacaf e no Comité da FIFA e deu a ideia para se criar um novo departamento técnico para supervisionar todos os aspectos relacionados com as ligas de futebol, incluindo a contratação de treinadores.
Entre as medidas anunciadas por Cordeiro na candidatura efetuada, encontram-se a contratação de um membro independente para supervisionar a realização de futuros contratos comerciais e aumentar as escolas de futebol de formação nos Estados Unidos.
Uma das personalidades importantes dos Estados Unidos que defendeu a eleição de Carlos Cordeiro foi Donna Shalala, ex-membro do gabinete da administração Clinton e diretora da federação dos Estados Unidos: "Carlos será um líder completamente diferente de Gulati. Fará menos microgestão e deixará que os experts tomem as decisões. Fortalecerá a organização e está bastante comprometido com as minorias, especialmente no que toca às crianças, e, dessa forma, ampliará o grupo de talentos à disposição da seleção no futuro", afirmou, acrescentando: "[Carlos] foi um banqueiro com bastante êxito e tem um conhecimento profundo do mercado comercial. Também é calmo, bastante reconhecido e sabe lidar com as relações interpessoais. Gera consenso e é bastante apreciado pelos líderes internacionais do futebol."
Por Hugo Neves
Treinador inglês voltou ao clube mais de 40 anos depois
Gonçalo Ramos marcou a passe de Nuno Mendes para fechar as contas (3-1) diante do Toulouse
Treinador do PSG destaca compromisso do avançado português, que selou o triunfo frente ao Toulouse
Capitão da Seleção Nacional bisou e chega aos 967 golos
Ítalo-argentino apelida o técnico como um "maníaco da linha de fora de jogo"
Ex-jogador e agora comunicador recorda episódio curioso em entrevista à 'Sábado'
Rute Cardoso contribuiu com o seu testemunho para a biografia oficial do internacional português que vai ser lançada no dia 9
Em causa uma alegada dívida na transferência de Lázaro para Espanha
Situação clínica do treinador romeno agrava-se
Adeptos açorianos premiados pelo fair play e apoio constante à equipa