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O internacional italiano Daniele de Rossi saiu de cena com um gesto pleno de classe que não teve a visibilidade de outro que dividiu opiniões. No final do jogo frente à Suécia, segunda-feira, no qual a squadra azzurra acabou eliminada no playoff de acesso ao Mundial'2018, o médio da Roma foi ao autocarro da equipa adversária para pedir desculpa por atos menos dignos praticados por companheiros de seleção e pelo público, que assobiou e vaiou enquanto tocava o hino do país nórdico no Estádio Giuseppe Meazza (Milão).
"Ele deu-nos os parabéns [pelo apuramento] e pediu desculpa pela forma como alguns jogadore se comportaram em Estocolmo e pelos assobios de alguns adeptos ao nosso hino. Ficámos todos a pensar, 'ena, isto aconteceu mesmo?'. Foi um dos momentos mais bonitos que vivi nos últimos tempos - que grande cavalheiro", contou Pontus Jansson, que relatou o episódio no podcast 'Tutto Balutto' da estação sueca RadioPlay, a par do responsável técnico do conjunto nórdico.
"Aquilo que aconteceu foi um exemplo do melhor que há no desporto - podes lutar com os adversários dentro de campo, aquilo até pode ser uma 'pequena guerra', mas todos apertam as mãos no final", acrescentou o selecionador Janne Andersson sobre o capitão da Roma, um futebolista de reconhecido 'mau feitio'.
De Rossi, que se retirou da seleção italiana, foi filmado a questionar as ordens da equipa técnica que o mandara fazer exercício de aquecimento durante o jogo, indicando os avançados aos técnicos pois era preciso marcar golos.
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