Denunciar, documentar, recomendar, pedir e influenciar: conheça a missão da Amnistia Internacional

João Godinho Martins, responsável máximo pela organização em Portugal, explica o nível e aplicação da intervenção

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Um homem com óculos olha para o lado com um mural de Nelson Mandela ao fundo
Um homem com óculos olha para o lado com um mural de Nelson Mandela ao fundo • Foto: Pedro Ferreira
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JOÃO GODINHO MARTINS - O trabalho que a Amnistia Internacional faz passa por documentar violações de Direitos Humanos. Documentar práticas ou leis que vão contra os estandartes internacionais de Direitos Humanos. Quando estamos a falar de Direitos Humanos, é complexo, mas simples. São os direitos de todos nós: os meus e os seus. Os de quem nos está a ler, dos políticos, dos não-políticos... São direitos de todos. E são direitos relativamente simples. Falo do direito à saúde, direito à habitação, direito à água potável e o direito a não ser torturado quando estou sob detenção. Onde existem violações, a Amnistia Internacional documenta-as. Com esta documentação, fazemos campanhas e mobilizamos apoiantes. Juntando esse poder de todas as pessoas que se juntam a nós, influenciamos governos para mudarem essas práticas. Ou influenciamos grandes companhias, grandes empresas, organizações.

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