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O jornal espanhol 'Marca' avança este sábado que a próxima reunião do International Football Association Board (IFAB), agendada para o início de 2024, pode aprovar novas regras no futebol, sendo que algumas delas até poderão entrar em vigor na temporada de 2024/25.
Em cima da mesa do organismo que regulamenta as regras do futebol estão as expulsões temporárias, a punição dos jogadores que se aproximem do árbitro, com exceção do capitão, bem como a questão do fora de jogo, a chamada 'Lei Wenger'. Esta última permite que o avançado possa estar à frente do defesa, desde que a última parte do seu corpo esteja em 'contacto' com o rival.
Uma medida que está a ser testada em torneios juvenis na Suécia e em Itália e que foi explicada pelo próprio Arsène Wenger numa entrevista a Record, em 2021. "Com o VAR a detetar infrações mínimas, beneficiar o atacante em caso de dúvida desapareceu – e isso tem uma razão de ser. Queremos uma regra que seja justa. Se um jogador está três centímetros fora de jogo na construção de uma jogada e muitas coisas acontecem até ser marcado um golo, é justo anular esse golo? Se um marcador está dois centímetros fora de jogo porque tem ombros mais largos do que o adversário, teve realmente a vantagem do fora de jogo para marcar? Acho que todos concordamos que não é o caso. É por isso que estamos a testar aquilo a que chamamos ‘regra da luz do dia’ para o fora de jogo, o que significa que teria de haver um determinado espaço entre os jogadores para que uma posição fosse considerada fora de jogo. Isto seria também uma evolução. Antes, um atacante tinha de estar atrás dos adversários, depois passou a ter que estar em linha e agora estamos a considerar mudar para que só haja fora de jogo se alguma parte do corpo com a qual pode marcar um golo estiver à frente do penúltimo defesa."
Os resultados dos testes, explica o jornal 'Marca', têm sido satisfatórios e a alteração acabaria por favorecer mais o futebol de ataque e, consequentemente, o espetáculo.
Outro aspeto diz respeito às expulsões temporárias, uma medida que tem sido testada em escalões de formação, veteranos e futebol adaptado. Têm a duração entre 10 e 15 por cento do tempo de jogo e visam dissuadir os maus comportamentos em campo.
A perda de tempo de jogo é outro assunto que preocupa o mundo do futebol. A opção de parar o cronómetro já foi descartada, mas o IFAB procura uma fórmula que neste aspeto possa ser eficaz.
Por Isabel DantasVão ser parceiros de comentário no Campeonato do Mundo
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