A carreira retirou-lhe o rótulo de estrela, mas o tempo não foi capaz de apagar as mil e uma promessas que o seu dom fez ao mundo do futebol. Aos 24 anos, Fábio Paim, jogador que fez toda a formação no Sporting, está sem clube – rescindiu há poucas semanas com os angolanos do 1.º de Agosto – e, em entrevista a Record, explicou o porquê de não suscitar mais do que expectativas em pessoas que, lamenta, não lhe deram a mão nos momentos mais críticos.
“Dizem que fui dos melhores jogadores jovens que apareceu no futebol português e a construção dessa ideia foi um mérito meu. Hoje olho para colegas como Rui Patrício, Daniel Carriço ou Bruno Pereirinha e penso que podia estar no lugar deles, mesmo num patamar superior”, começou por destacar, acrescentando: “Mas eles trabalharam sempre no duro, enquanto eu cometi vários erros. Fico feliz por eles, não tenho inveja, rancor. Nem mesmo quando me dizem na rua que poderia ser melhor que o Cristiano Ronaldo. A verdade é que não consegui lidar com o facto do futebol passar de hóbi para profissão.”
Leia este artigo na íntegra na edição impressa de Record desta quinta-feira
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