A FIFA manifestou esta sexta-feira solidariedade às federações de futebol de Israel e da Palestina e pediu o fim imediato do conflito entre os dois Estados, que já causou mais de 3.000 mortos.
Em comunicado enviado aos presidentes das duas federações, o líder da FIFA, Gianni Infantino, refere que "o mundo do futebol está solidário com o povo da Palestina e de Israel, e com todas as vítimas inocentes".
A FIFA junta-se a todos os que têm apelado ao fim do conflito, que começou no sábado e garante que "tudo fará para ajudar a restaurar a paz e a esperança na região".
"Sabemos que o futebol não pode resolver os problemas do mundo, mas pode desempenhar um pequeno papel, trazendo uma luz de esperança, onde parece haver apenas escuridão. O futebol mostra que é possível unir as pessoas num ambiente de respeito, agindo como um veículo de paz", escreve Infantino.
Mais de 1.300 pessoas foram mortas em Israel desde o ataque do movimento islamita Hamas a 7 de outubro em Gaza, enquanto a resposta israelita fez cerca de 1.800 mortos palestinianos naquele território.
O Hamas, que controla a Faixa de Gaza desde 2007, ameaçou executar os 150 reféns raptados em Israel, incluindo jovens capturados durante um festival de música.
O movimento islamita é classificado como uma organização terrorista pela União Europeia, Estados Unidos e Israel.
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