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Jesualdo à procura da sorte na sexta experiência lá fora

Jesualdo à procura da sorte na sexta experiência lá fora
• Foto: Pedro Simões

Jesualdo Ferreira partiu esta sexta-feira para o Egito onde vai assumir o comando técnico do Zamalek, naquela que será a sua sexta experiência profissional além fronteias. Depois de ter sido despedido nos dois últimos clubes estrangeiros (Málaga, em 2010, e Panathinaikos, em 2012), Jesualdo procura agora a sorte que nem sempre o tem acompanhado.

Aos 68 anos, o experiente treinador vai render Jaime Pacheco, que há cerca de um mês deixou o Zamalek depois de vários desentendimentos com o presidente do clube, tornando-se já no quarto técnico português a dirigir o clube do Cairo depois de Nelo Vingada (2003/04) e Manuel Cajuda (2005/06 e 2006/07).

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Jesualdo Ferreira tem uma carreira longa, de mais de 35 anos, desde que se iniciou no comando dos juniores do Benfica na época 1979/80. Duas épocas depois, teve a primeira experiência com uma equipa profissional, com o Rio Maior, na segunda divisão. A estreia no escalão maior deu-se em 1984/85 à frente da Académica, levando a equipa ao sétimo lugar no campeonato, mas depois voltou aos escalões secundários para treinar o Atlético, Silves e de novo o Torreense.

Em 1987/88 volta ao Benfica, agora como adjunto de Toni, com quem trabalharia vários anos, em duas passagens pela Luz e, mais tarde, no Bordéus, de França.

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Primeira saída

Entretanto, teve a primeira experiência lá fora, numa breve passagem pelo comando da seleção de Angola, em 1991. A segunda, mais estável, foi no comando do FAR Rabat, de Marrocos, em 1995/96, de onde regresso para ingressar nos quadros da FPF orientando as selecções de Sub-20 e Sub-21, até final da época 1999/2000.

Depois de passagens pelo Alverca, Benfica e Sp. Braga, chega ao FC Porto no verão de 2006 e foi no clube das Antas que conquistou todos os seus títulos: três vezes o campeonato nacional, duas vezes a Taça de Portugal e por uma vez a Supertaça.

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Depois do sucesso no FC Porto tentou o futebol espanhol ao comando do Málaga mas as coisas não correram bem e ao fim de três meses trocava o sul de Espanha por Atenas, assumindo a liderança do Panathinaikos, de onde saiu no início da época 2012/13, quando acaba por chegar ao Sporting, primeiro como coordenador técnico, depois como treinador na época mais negra da história do clube.

Em 2013/14 voltou a Braga, mas também aí as coisas não correram bem, sendo demitido em finais de fevereiro de 2014. Estava sem trabalhar desde então.

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