O julgamento em torno da morte do ex-futebolista Diego Maradona foi esta terça-feira suspenso por uma semana, para se apurar a viabilidade da juíza Julieta Makintach, acusada de parcialidade no processo pelo Ministério Público argentino.
A decisão foi hoje anunciada depois do pedido de suspensão por parte do procurador, resolvendo o presidente do colégio de juízes, Maximiliano Savarino, pôr fim ao julgamento por esta semana, para analisar o pedido apresentado pelos advogados das filhas do antigo 'astro'.
Makintach defendeu a sua imparcialidade, prometeu "explicações" para mais tarde e considerou que caso possa perigar uma decisão judicial, por-se-á ela mesma de lado.
"O que sucedeu nas últimas jornadas implica gravidade institucional", declarou o procurador Patricio Ferrari ante o tribunal, denunciando a presença de dois documentalistas que estarão a realizar um filme sobre a morte do 'astro' do futebol mundial.
Ferrari requereu a suspensão do julgamento por 10 dias, para averiguar sobre a parcialidade de Makintach, parte do coletivo de juízes, e a entrada indevida dos cineastas, um pedido a que aderiram as cinco partes queixosas e cinco dos sete magistrados no lado da defesa.
Sete profissionais de saúde são acusados de homicídio simples com dolo na morte de Maradona, crimes com pena entre os oito até 25 anos de prisão.
O julgamento começou em 11 de março e deverá durar até julho, tendo duas audiências agendadas por semana e quase 120 testemunhas esperadas, sendo que os réus negam responsabilidades pela morte do campeão mundial de seleções pela Argentina em 1986.
Antigo avançado de Boca Juniors, FC Barcelona ou Nápoles, entre outros clubes, Diego Maradona morreu aos 60 anos, vítima de uma crise cardiorrespiratória, numa cama médica numa residência privada em Tigre, a norte de Buenos Aires, onde recuperava de uma neurocirurgia a um hematoma na cabeça.
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