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Kylian Mbappé foi confrontado com as palavras de Aurélien Tchouaméni, que numa entrevista ao canal 'Téléfoot' deu indícios de que o compatriota do PSG já terá tomado a decisão de se transferir para o Real Madrid no verão. Na conferência de imprensa ao particular com o Chile, que se realiza esta terça-feira (20 horas), o astro francês comentou as declarações do médio do Real Madrid. "Estava a falar de mim. Joguei contra a Real Sociedad, vamos jogar contra o Barcelona e, se passarmos, talvez contra o Atlético Madrid. Assim, eles [os espanhóis] vão ver-me com mais frequência e ter uma ideia do tipo de jogador que sou", referiu.
O avançado de 25 anos, que foi muito criticado pelos adeptos após a derrota frente à Alemanha (0-2), assumiu a responsabilidade pelo resultado e alertou para a necessidade de se analisarem todos os indicadores com o intuito de a seleção melhorar. "Vir à conferência é da minha responsabilidade, especialmente depois de uma derrota. Mas temos de assumir a responsabilidade por esta derrota. Revimos as imagens, o treinador falou connosco, tinha uma mensagem para nos transmitir. Temos de materializar isso em campo. Houve muitos avisos, tecnicamente, taticamente, na eficácia, isto é muita coisa contra uma seleção como a Alemanha. É melhor levar esta chapada agora. Pode ser bom se voltarmos aqui no dia 14 de julho [final do Euro 2024] e dissermos a nós mesmos que foi bom levar uma bofetada contra a Alemanha. Mas, neste momento, não ganhamos nada, devemos usar isto como exemplo", disse.
O jogador desfez as dúvidas que surgiram sobre o grupo depois do encontro do último sábado e frisou a vontade de dar uma boa resposta frente ao Chile. "O nosso objetivo é mostrar uma reação amanhã. Podemos mudar. Precisamos de olhar para a frente e perceber que o que fizemos não foi bom o suficiente. Não temos dúvidas. Jogámos mal. Não há uma verdade absoluta nos amigáveis. Não é necessariamente a mesma coisa que nos jogos oficiais. Há indicadores e não os podemos negar. Acho que sábado não foi suficientemente bom. Faltou a nossa liderança. Fomos ultrapassados. Estes são indicadores. Temos de reagir para não criar dúvidas que não existem neste momento", acrescentou.
A seleção francesa é sempre uma das grandes favoritas a vencer fases finais de grandes torneios e Mbappé referiu que esta derrota não altera esse estatuto, nem provoca nenhuma mudança nas ambições dos gauleses. "Se tivéssemos ganho 5-0, não teria dito a mim próprio que íamos ganhar facilmente o Euro, por isso não digo a mim próprio que vamos ser ultrapassados. É um aviso, mas não vamos deitar fora a campanha de qualificação, a última competição que disputámos, por causa de um amigável, apesar de termos aprendido muitas lições. Continuamos unidos, cheios de confiança e humildade, e estamos prontos para uma reação amanhã", salientou.
Nesta segunda-feira cumprem-se sete anos desde a estreia do futebolista francês pela seleção frente ao Luxemburgo em 2017. Mbappé, agora capitão de equipa, analisou o seu percurso pelos gauleses, mostrando orgulho e reiterando a vontade de conquistar títulos e marcar o seu nome na história da seleção francesa. "Passou depressa, mas ao mesmo tempo vivi muita coisa. Continua a ser um enorme motivo de orgulho para mim. Tenho o mesmo desejo que no meu primeiro dia. Quero fazer parte da história da seleção francesa, tentar bater recordes, trazer troféus para casa e deixar os franceses orgulhosos", declarou.
Recorde-se que Mbappé fez a estreia pela seleção principal francesa a 25 de março de 2017, frente ao Luxemburgo, num jogo de qualificação para o Campeonato do Mundo de 2018.
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