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A criação da Superliga Europeia, ontem anunciada por 12 clubes, promete criar uma guerra nas instituições do futebol, com a UEFA, a FIFA e várias ligas nacionais a mostrarem-se terminantemente contra esta ideia. Dois dos maiores clubes da Europa, PSG e Bayern Munique, recusaram os convites para integrar esta liga que já foi considerada como "separatista".
Segundo o site 'The Athletic', o campeão francês considera "desrespeitoso" apoiar esta competição. O clube está aliás disposto a discutir o plano da UEFA sobre os novos moldes da Liga dos Campeões, que a partir de 2024 passará de 32 para 36 equipas.
A formação de Paris considera que esta prova não devia ser limitada aos clubes mais ricos da Europa, considerado que clubes como o Ajax, a Atalanta ou o Leicester deviam ter a sua oportunidade. "Mantemo-nos fieis à tradição da UEFA", diz fonte do PSG ao 'The Athletic'.
Mas o jornal 'L'Équipe' escreve que o PSG pode ficar perante um dilema se esta competição de ricos avançar. Como pode o clube não integrar a elite europeia, se está a fazer todos os possíveis para a igualar e nela entrar? Seria difícil manter nomes como Neymar e Mbappé se não puderem competir com as maiores estrelas do continente...
O não da Alemanha é firme. "A Bundelisga recusa qualquer conceito de Superliga Europeia. Os interesses económicos de uns quantos clubes de Inglaterra, Itália e Espanha não devem dar lugar à supressão das estruturas estabelecidas no futebol", disse à 'ZDF' Christian Seifert, CEO da Bundesliga
Esta recusa tem por base a regras dos '50+1', ou seja, para competir na Bundesliga os clubes e os seus sócios têm de ter a maioria dos seus próprios direitos de voto.
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