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O PALMEIRAS confirmou, na noite de quarta-feira, a sua supremacia no Torneio Rio-São Paulo e goleou, na segunda mão da final disputada no Estádio do Morumbi, o Vasco da Gama, por 4-0, conquistando o troféu em disputa. Na primeira mão, o ”Verdão” já tinha triunfado no Rio, então por 2-1.
A vitória da equipa orientada por Luís Filipe Scolari foi mais fácil do que todos previam e contou ainda com a colaboração do ex-jogador do FC Porto, Argel, que se estreou a marcar com a camisola do seu novo clube, num estádio que lhe era ”maldito”.
”Fiquei feliz por ter marcado um golo do lado onde me lesionei gravemente e por ter saído do Morumbi, onde tenho algumas recordações amargas, com a taça de campeão. Acho que coloquei de lado qualquer trauma que ainda existisse”, afimou o central que, além de marcar Romário e Edmundo, ainda teve forças para apontar o segundo tento, aos 31 minutos.
De resto, o jogo quase não teve história. O Palmeiras dominou como quis e fez o 1-0 por Pena, aos 27 minutos, isto depois de já ter atirado duas bolas à trave. Argel fez o 2-0, cabendo a Euller apontar o 3-0, aos 34 minutos.
Ao intervalo, os jogadores do Vasco foram para a cabina a discutir, mas o pior estava para vir, pois Romário lesionou-se, logo no segundo minuto do reatamento, e teve de sair amparado de campo (foi rendido por Viola), prevendo-se que esteja duas semanas parado.
Arce, de grande penalidade, estabeleceu o resultado final (68), o qual pode provocar a saída de António Lopes do comando técnico do Vasco – que perdeu o segundo título do ano na final, depois da derrota no Mundial de Clubes.
QUARTO TÍTULO DE "FELIPÃO" EM DOIS ANOS E OITO MESES
Luís Felipe Scolari conquistou, com a vitória no Torneio Rio-São Paulo, o seu quarto título em dois anos e oito meses que leva ao serviço do Palmeiras, tendo marcado ainda presença em mais quarto finais. Tudo isto nas 14 competições que disputou.
Sob sua orientação, o Palmeiras foi campeão da Taça do Brasil e da Taça Mercosul (1998), da Taça dos Libertadores (1999) e do Rio São Paulo (2000), tendo sido vice-campeão brasileiro (1997), paulista, da Mercosul e da Taça Intercontinental (1999). Nenhum outro treinador brasileiro conquistou tanto na década de 90, pelo que ”Felipão” é considerado o melhor pós-Telé Santana.
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