_
O estádio Defensores del Chaco, em Assunção, a capital do Paraguai, será palco, na madrugada da próxima quinta-feira, dia 17, da primeira mão da final da Copa Libertadores da América, que colocará frente a frente as equipas do Olimpia (Paraguai) e do Atlético Mineiro (Brasil). Será a nova vez no seu longo historial de quase 100 anos que o Defensores del Chaco recebe um dos jogos da final da prova, sempre disputada a duas mãos. Os três títulos conquistados pelo Olimpia (única equipa paraguaia a vencer a prova), foram conseguidos jogando naquele que é, afinal, o estádio nacional do Paraguai.
A final deste ano é inédita nos 53 anos de existência da prova, uma vez que o Atlético Mineiro nunca chegou ao jogo decisivo, ao passo que o Olimpia, para além das vitórias nas edições de 1979, 1990 e 2002, disputou mais outras 3 finais. Esta será a segunda final entre equipas dos dois países, sendo que o Olimpia ganhou a edição de 2002 frente ao São Caetano: perder em casa o primeiro jogo por 1-0, foi ganhar depois no estádio do Pacaembu por 2-1, levando a decisão para o desempate por penáltis vencendo por 4-2.
Criada em 1960 como uma resposta à Taça dos Campeões Europeus existente na Europa, a Copa Libertadores da América tem sido dominada por clubes da Argentina e Uruguai (Independiente, da Argentina, tem 7 títulos), contra 6 do Boca Juniors (Argentina) e Peñarol (Uruguai). O Olimpia, clube mais titulado no futebol do Paraguai, tem tantos troféus na Libertadores como os grandes clubes brasileiros São Paulo e Santos – 3.
Por países, é também a Argentina que domina a prova, com 22 conquistas, contra as 16 do Brasil, 8 do Uruguai e as 3 do Paraguai (todas pelo Olimpia, repete-se).
O Atlético Mineiro chega a esta final depois de ter afastado, nas meias-finais, o Newell’s Old Boys, da Argentina, enquanto o Olimpia teve de ultrapassar os colombianos do Santa Fé. Tudo indica que, finalmente, o clube de Belo Horizonte poderá escrever o seu nome na lista de vencedores da prova, uma vez que apresenta uma equipa bem forte, onde se destacam jogadores como Réver, Luan ou Bernard, todos eles integrantes da seleção do Brasil que no mês passado venceu a Taça das Confederações, sem esquecer, claro, homens como Leonardo Silva, Alecsandro ou Ronaldinho Gaúcho.
O Olimpia, por seu lado, apresenta um grupo maduro, com destaque para o central Julio César Manzur, que participou no Mundial de 2006, ou o médio Wilson Pittoni, de 27 anos, suporte direto do ataque onde se destaca o uruguaio Salgueiro.
Guarda-redes da Itália advoga ser a altura de virar a página
Chancel Mbemba em euforia após qualificação histórica
Guarda-redes estava sem jogar desde 2024 quando saiu do Schalke 04
Adeptos pedem também a demissão de Gabriele Gravina, líder federativo
Ex-jogador e agora comunicador recorda episódio curioso em entrevista à 'Sábado'
Adeptos locais assobiaram também o hino egípcio
Gauleses ultrapassam Espanha e Argentina
Noutro duelo de preparação, a Argentina goleou a Zâmbia com Otamendi a marcar
Valorizar jogador local é objetivo do novo Manager da academia do emblema da 3ª divisão
Nervos estiveram à flor da pele durante a cobrança dos penáltis, que viria a determinar o vencedor da partida