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A história de conquistas de António Oliveira não pára de crescer. O filho de Toni voltou a acompanhar o pai em mais uma aventura além fronteiras e os dois voltaram a... vencer. Desta feita o destino foi o Kuwait e já chegou a primeira conquista.
"As finais, como muita gente diz e eu também o digo, são para ser ganhas e não jogadas. Foi isso que aconteceu. Quando se entra em campo, independentemente da valia do adversário, as equipas equivalem-se. Existiu emoção, alternância no mercador, prolongamento, decisão na marca de pontapé de penálti. Acima de tudo, a vitória caiu para a equipa que mostrou ser mais competente. Não só no jogo, mas também durante toda a competição. Fomos a equipa mais forte, mais regular e que merecemos a conquista do troféu. Existem finais mais fáceis, mas como foi teve mais sabor", explicou António Oliveira a Record.
Mais uma conquista para o palmarés. Mas o futebol não pára e António Oliveira e Toni já têm o pensamento no futuro.
"Sou daquelas pessoas que entende que o sucesso é efémero e como sei que isso acontece, vivo muito o momento. Festejei muito o momento, porque são momentos especiais. Mas não páro. Já estou a pensar na próxima e nas próximas finais que vou jogar. Trabalhar já para o que resta desta época", frisou.
Depois da China, Egito, Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita e Irão, a viagem foi para o Kuwait, mas o sucesso mantém-se.
"Os contextos por onde passámos são diferentes, distintos. Mas a linguagem do futebol é universal. Portanto, eles compreendem. Apesar de que a metodologia que introduzimos exige muito e a diferenciação na forma como trabalhamos o treino e o jogo. Estilos e formas de liderança pessoais, somos nós que marcamos a diferença. É certo que o futebol tem a linguagem universal, mas jogadores com hábitos e características diferentes, de outras culturas, de outros contextos onde já estive, mas quem marca a grande diferença somos nós enquanto treinadores. É motivo de grande orgulho e isso é reconhecido pelos sítios onde temos passado", finalizou.
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