Ex-adjunto de José Gomes e Toni, Vítor Campelos lidera o Videoton B, na 3.ª divisão húngara, e segue em grande. “É o meu primeiro ano como treinador principal e a experiência está a ser muito boa. Estamos numa sequência de nove vitórias e os jogadores até acreditam que podem vencer os próximos 14”, afirmou o treinador de 39 anos, que levou o clube até ao 3.º lugar da respetiva série. “Já me sentia preparado para subir este degrau e esta oportunidade permite-me pôr em prática o que tinha adquirido como adjunto”, sublinhou.
Depois de ter trabalhado ao lado de José Gomes – “um homem que sabe muito de futebol”, sublinhou – em clubes como Paços de Ferreira ou Leixões, Vítor Campelos acompanhou Toni. “A experiência na Ásia foi muito importante. Contactei com treinadores de muitos países, vi estilos de jogo de uma variedade enorme e tive a possibilidade de trabalhar em equipas de topo. Chegavam a ter 100 mil adeptos a assistir aos jogos.”, lembrou, exaltando o nível dos treinadores portugueses: “Estamos na vanguarda da metodologia de treino, mas valorizamos muito as relações afetivas e deixamos sempre uma boa imagem por onde passamos.”
O futuro é uma incógnita mas não lhe falta ambição. “Tenho muita paixão por aquilo que faço. Tenho o objetivo de treinar na Liga dos Campeões e sonho trabalhar um dia em Espanha ou Inglaterra”, confidenciou, sem esquecer um eventual regresso a Portugal: “Além do futebol há outros valores importantes e a família pesa muito. Ainda assim, terá de ser o projeto certo, pois não quero voltar por voltar.”
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