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A fé de Ricardo Sá Pinto mantém-se inabalável, mesmo após a derrota do Apoel, por 2-0, na Bélgica, frente ao Gent. O técnico da equipa cipriota procura a reviravolta em Nicósia na 2ª mão do playoff da Liga Conferência. "Acreditamos em nós, na nossa capacidade e nos nossos adeptos. Somos o Apoel, um clube com história na Europa", atirou.
O emblema da pequena ilha do Mediterrâneo viveu a sua época dourada em 2011/12, quando chegou aos ‘quartos’ da Liga dos Campeões, caindo frente ao Real Madrid de Mourinho e Ronaldo. A partir daí, o clube dominou as provas caseiras com sete campeonatos seguidos, mas a pandemia interrompeu o sucesso da mais titulada equipa do Chipre. O último título de campeão foi em 2018. Sá Pinto quer trazer o Apoel para a ribalta e o primeiro passo é conseguir o apuramento para a fase de grupos da Liga Conferência. Mas nunca os cipriotas viraram uma desvantagem de dois golos nas provas da UEFA. "O último jogo não foi justo, por isso estou confiante."
Em boa posição de seguir em frente está o Fenerbahçe de Miguel Crespo e o Besiktas de Gedson. O Demirspor de Nani e Kévin Rodrigues procura a reviravolta frente ao Genk.
Fonseca recusa dramatismosDepois da derrota (1-4) frente ao Lorient para o campeonato, Paulo Fonseca afasta o cenário de crise na equipa. "A situação não é dramática porque perdemos. Não somos a melhor equipa do mundo quando vencemos, mas também não somos a pior depois de uma derrota", sublinhou o técnico na antevisão ao jogo na Croácia frente ao Rijeka. Ainda sem o lesionado Tiago Djaló, mas com Tiago Santos e Ivan Cavaleiro, a turma gaulesa leva uma vantagem de um golo. "Esperamos um jogo difícil, em ambiente hostil, frente a uma boa equipa", finalizou Fonseca.
Por Rafael Godinho