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Antes de regressarem a Israel, alguns adeptos do Maccabi Haifa relataram a Record o "pior dia" das vidas deles enquanto apoiantes do primeiro adversário do Benfica na Liga dos Campeões. "No final do encontro, algumas mulheres sentiram-se como se tivessem sido violadas", conta Yuval, de 37 anos, apontando o dedo à polícia e aos elementos da empresa de segurança.
"Na revista colocaram as mãos por baixo do sutiã, nas zonas íntimas, à frente e atrás e a alguns mandaram tirar a t-shirt", recorda. "No meu caso, colocaram-me a mão por dentro das boxers", acrescenta.
Numa extensa "publicação sobre assédio sexual e violência" no Facebook, Reut Polanski, de 35 anos, revelou: "A segurança começou a revista pelos meus pés, começou a subir pelo meu corpo e foi em direção ao meu peito. Colocou a mão debaixo da minha camisa e levantou o sutiã. Gritei-lhe para não tocar assim. Ela chamou outra segurança e disse que eu estava causar problemas."
Os dois adeptos denunciaram ainda excessos no acompanhamento policial do metro para o estádio. "Quem quisesse urinar ou comprar uma água, era logo empurrado com bastões", refere Yuval. "Não tivemos ninguém a quem nos queixarmos."
O que indignou foi a forma como a revista foi feita. "Estivemos na Grécia, no Chipre, na Sérvia... Nos jogos em Israel ou no estrangeiro nunca nos fizeram uma revista assim", acrescenta. "Nunca passei nem vi o que passámos em Lisboa", sublinha Reut.
O Maccabi Haifa confirmou ter apresentado participação junto do delagado da UEFA e do representante da polícia israelita.
Por Nuno MartinsEm causa está o comportamento racista e/ou discriminatório dos adeptos do clube londrino na última jornada da fase de liga da Champions
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