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O lance do golo do Manchester City diante do Real Madrid está a dar que falar em Espanha e até Arsène Wenger, o chefe de desenvolvimento global de futebol da FIFA, já o comentou. E na ótica do francês o erro está na ação do VAR - o italiano Massimiliano Irrati -, que deveria ter analisado a jogada até ao ponto inicial.
"O VAR foi criado para tomar mais decisões corretas. Em factos. E a bola estar dentro ou fora é um facto. O VAR tem de intervir e tomar as decisões corretas. A 100%! De momento creio que não temos a possibilidade de analisar no VAR se a bola está dentro ou não na linha lateral. Mas agora temos um chip na bola e, se há um chip, podes analisar", disse o antigo técnico, na beIN Sports.
A questão, neste caso, passou pelo facto do VAR não ter analisado a jogada na sua totalidade - porque o momento da saída da bola foi bastantes segundos antes. "O VAR normalmente devia ter visto se o golo era legal ou não. E numa situação como essa tem de intervir. Eles não puxaram para trás [na jogada] o suficiente para verificar", acrescentou.
"If there's a chip in the ball, we don't need to go back to VAR!"@richardajkeys and Andy Gray take a closer look at @ManCity's equaliser with @marceldesailly & @GullitR!#beINUCL #RMAMCI #UCL pic.twitter.com/PBoAOK2Cnu
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