Peter Bosz, treinador do PSV, desvalorizou as limitações de recursos por força de várias dúvidas e ausências forçadas devido a lesão, como também não deu muito valor ao facto do FC Porto ter tido muito mais tempo para carregar baterias e preparar a partida de hoje, mas foi lesto a assumir a importância estratégica que a partida de hoje representa para as aspirações dos dois emblemas na Liga dos Campeões, pelo que, entre elogios ao conjunto português e às virtudes de Francesco Farioli, homólogo que conhece bem dos tempos em que o italiano treinou o rival Ajax, foi ágil a disparar “confiança para somar a primeira vitória”.
“Este é um jogo muito importante, mas, como o PSV vive de vitórias, espero uma resposta à altura porque queremos vencer e, como agora há mais jogos, três pontos mudam muita coisa na atual configuração da competição”, salientou Peter Bosz, que nunca conheceu o sabor da derrota nas quatro ocasiões em que já defrontou o FC Porto nas competições europeias na qualidade de treinador do Lyon e do Bayer Leverkusen, mas também fez questão de recordar o episódio de, enquanto jogador do Feyenoord, foi “expulso no Estádio das Antas” numa partida para a Liga dos Campeões que os dragões venceram com um golo de Domingos aos 90 minutos: “Procuro sempre tirar alguma coisa de todos e o Farioli é um treinador interessante. Reconheço no FC Porto alguns pormenores defensivos do Ajax, mas também vejo que agora usa muito a pressão alta porque aqui tem outro material à disposição. Foi campeão, soma muitas vitórias e merece elogios, mas não sei se ele gostaria de trocar de lugar e eu estou bem no PSV.”