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O Benfica perdeu na receção ao Real Madrid por 1-0, na primeira mão dos playoffs da Liga dos Campeões, mas o resultado acabou por transformar-se num tema secundário face aos muitos acontecimentos dentro do relvado, concretamente o alegado insulto racista dirigido por Prestianni a Vinícius Júnior. Aconteceu tudo depois do grande golo do internacional brasileiro, que colocou o marcador favorável aos merengues com um remate praticamente indefensável aos 50 minutos, tendo depois festejado com uma dança junto a uma das bandeirolas de canto. A celebração, encarada como uma provocação por jogadores e adeptos encarnados, aqueceu os ânimos dentro e fora do relvado, mas, conforme explicado por um psicólogo desportivo ao Sport, essa mesma celebração pode ter diversas interpretações.
"Se o gesto for feito por alguém da nossa equipa, interpretamo-lo como uma demonstração de personalidade, paixão e caráter. A sua comemoração reforça a nossa identidade de grupo. Mas quando é feito pelo adversário, o mesmo gesto torna-se uma ameaça. Amplifica a nossa derrota, ativa a sensação de inferioridade e toca algo muito sensível: o nosso estatuto como grupo e o nosso ego. Quando um jogador dança, ele pode estar a libertar a tensão acumulada e o stress após um pico de pressão, reforçando a sua autoconfiança e consolidando o seu estado mental competitivo. É uma descarga emocional. Uma forma de dizer a si mesmo 'estou preparado'", disse Arnau Torelló, em declarações ao diário catalão, acrescentando:
"Nós também comemoramos e dançamos, não é? É sempre provocação? Não necessariamente. É uma libertação de tensão e adrenalina. Quando estamos a perder, qualquer gesto do adversário amplifica o que estamos a sentir. O golo dói, mas o que o gesto simboliza dói ainda mais. Psicologicamente, pode ser apenas uma comemoração, uma regulação interna, uma estratégia ou uma provocação deliberada. Pode até ser tudo isso ao mesmo tempo."
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