A crónica do Liverpool-Benfica, 3-3: e a vitória esteve mesmo por um fio

O jogo estava perdido quando a águia empatou. Aos 90’+5, Darwin viu Alisson fazer um milagre

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• Foto: Luís Manuel Neves

Uma reação marcada pelo orgulho, pelo compromisso com o jogo e com a história permitiu ao Benfica sair inteiro de uma visita ao inferno de Anfield. Os encarnados não foram suficientemente longe para levantar dúvidas relativamente a uma eliminatória que, em boa verdade, ficou definida em Lisboa, mas nunca perderam de vista a possibilidade de discutir o jogo, equilibrá-lo tanto quanto possível e construir um resultado positivo. Mérito de uma atitude global e da capacidade revelada para traduzir em campo ambição que, parecendo descontextualizada do valor de ambas as formações e do resultado na Luz, havia de revelar-se perfeitamente legítima. De resto, o Benfica fica a dever a erros individuais clamorosos não ter saído de Liverpool com a vitória. Dois golos de bola parada e outro inaceitável a este nível – o segundo, com Vlachodimos e Vertonghen a ficarem mal na fotografia – estão na origem de um empate que, bem vistas as coisas, podia ter sido uma vitória.

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