Inglaterra pode ter 7 equipas na Champions em 2024/25: as consequências do novo formato

Competição terá novo modelo depois de anos de discussão

• Foto: Reuters

Ficou definido no passado dia 10 de maio aquele que será o próximo formato competitivo da Liga dos Campeões, que entrará em vigor na temporada 2024/25. Mas, apesar de tudo o que já foi dito sobre o novo modelo aprovado pelo Comité de Competições da UEFA, presidido por Fernando Gomes, líder da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), existem algumas curiosidades que merecem ser exploradas.

Uma das principais novidades e consequências deste novo formato prende-se, sobretudo, com a possibilidade de Inglaterra poder ter até sete equipas a competir na Liga dos Campeões em 2024/25. Isto, pois claro, está dependente sempre do desempenho das equipas inglesas na temporada anterior, ou seja, a época 2023/24 será determinante para saber em que moldes irá arrancar a nova Champions.

Mas vamos por passos. Como pode, então, a Inglaterra ter sete equipas na Champions League? Passamos a explicar. Os quatro primeiros classificados têm, como se sabe, entrada direta na prova milionária, mas este número pode subir para cinco caso Inglaterra tenha sido um dos dois países com melhor desempenho nas competições europeias em 2023/24. Como é feito esse cálculo? O número total de pontos de cada país e divide-se pelo número de equipas que competiram na época transata. Os dois países com melhor média garantem, automaticamente, mais uma vaga na Liga dos Campeões em 2024/25. E como pode esse número subir para sete? Essa pergunta tem uma resposta bem simples. Para tal, os vencedores da Liga dos Campeões e Liga Europa na época transata terão de ser equipas inglesas e não podem figurar entre os cinco primeiros classificados. Fácil? Não muito. Mas é possível.

É claro que existem mais três campeonatos que podem almejar tal sucesso, mas para 2024/25, o único - para além do inglês - que está mais perto de consegui-lo é a Espanha, atual segunda classificada no ranking da UEFA. Os outros dois países são Alemanha (3.º) e Itália (4.º), mas esse objetivo é mais difícil de ser concretizado.

De acordo com o 'The Athletic', que cita uma fonte oficial da UEFA, este é um cenário "tão provável quanto um meteorito atingir esta sala".

Por Record
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