Liverpool-FC Porto visto à lupa: detalhes que fazem a diferença
Dragões foram competitivos, mas perdulários
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A visita a Anfield trouxe um FC Porto extremamente competitivo. Sérgio Conceição manteve a abordagem já habitual na prova milionária, com os dragões a apresentarem-se num 4x4x2 muito pressionante nos momentos em que o Liverpool procurava construir o seu jogo. Apesar da valia da equipa inglesa e da força que lhe é característica em ataques rápidos, o facto de ter havido alguma rotação no onze inicial, retirou capacidade individual na definição dos lances ofensivos, aumentando assim a eficácia da pressão alta do FC Porto. A primeira grande oportunidade de golo pertenceu ao FC Porto. Após recuperação de bola no corredor central, Taremi lançou Luis Díaz na profundidade. Após atacar o espaço em velocidade, o colombiano serviu Otávio que desperdiçou um golo que poderia ser determinante [1].