O Benfica-Club Brugge visto à lupa: A lei do muito mais forte

Goleada conseguida com tranquilidade

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Roger Schmidt recuperou o onze que utilizou, há três semanas, em Bruges, com Chiquinho a regressar, após lesão, à zona central do meio-campo, juntando-se a Florentino, o que conduziu ao posicionamento de Aursnes a partir do corredor esquerdo, com João Mário a derivar para o flanco oposto. Com isso, o Benfica apostou na sua versão mais equilibrada, pressionante e reativa à perda, o que afiançou recuperações em zonas altas e tornou árduas as ligações desde trás do Club Brugge, mesmo implicando um decréscimo da imprevisibilidade e da criatividade no assalto ao último terço. O que não inibiu que os encarnados se instalassem com bola, desde os minutos iniciais, no meio-campo ofensivo, procurando desdobramentos em 3x1x6 [1], e mostrando argumentos para explorar os três corredores e chegar com acutilância a zonas de finalização. Contudo, foi notório, face à falta de apoio de Lang a Meijer, que o flanco direito foi mais explorado [1], com Bah a mostrar-se particularmente ativo.

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