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O Chelsea-FC Porto visto à lupa: cair inteiro e bem de pé

Golo de Taremi, nos descontos, insuficiente

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Recuperar uma desvantagem de dois golos seria uma tarefa hercúlea. Sérgio Conceição não se atemorizou e preparou uma entrada pungente, diligenciando uma reorganização estrutural em 4x3x3. Contudo, abdicar de um avançado para se reforçar com Grujic como médio-defensivo não tinha uma premissa defensiva. Pelo contrário. Era o passo (em frente) para pressionar mais alto [1], com ferocidade, de forma a obstruir a primeira fase de construção e manter os médios-centro rivais desenquadrados [1], e afiançar uma reação fortíssima à perda, além de ser mais agressivo com bola, procurando chegar rápido e com vários jogadores a zonas de finalização. Além disso, Grujic era a referência para a conquista aérea de todas as bolas paradas ofensivas.

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