O Club Brugge-Benfica visto à lupa: ‘Quartos’ à vista

A titularidade de Rafa e de Gonçalo Ramos, em detrimento de Neres e de Gonçalo Guedes, foi a novidade preparada por Roger Schmidt diante do Brugge.

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A titularidade de Rafa e de Gonçalo Ramos, em detrimento de Neres e de Gonçalo Guedes, foi a novidade preparada por Roger Schmidt diante do Brugge. O Benfica, desde os instantes iniciais, procurou assumir o domínio no meio-campo ofensivo [1], baixando Chiquinho para o espaço entre os centrais [1], enquanto projetava ofensivamente os laterais [1] e fomentava as incursões interiores dos falsos alas [1], o que atraía os laterais rivais [1]. Os tricampeões belgas não abdicaram no 4x2x3x1, mas optaram por uma abordagem mais cínica, reforçando o meio-campo defensivo com Odoi [1] e apostando num tridente de ataque móvel, com Lang a assumir o papel de falso-nove, enquanto Sowah e Buchanan, a partir das alas, procuravam esticar a equipa em momento ofensivo [2], mas perseguiam os laterais encarnados em momento defensivo [1].

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