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O treinador que só recebeu do Benfica os dias que trabalhou

"Pagam-me até ao dia de hoje e não mais do que isso"...

O treinador que só recebeu do Benfica os dias que trabalhou
O treinador que só recebeu do Benfica os dias que trabalhou • Foto: PEDRO FERREIRA

De Jupp Heynckes, treinador que levou o Bayern Munique ao título de campeão europeu, já tudo ou quase tudo se disse mas há episódios da sua carreira que tocam mais os portugueses, principalmente os adeptos do Benfica, que representou em 1999/2000 e de onde saiu a 20 setembro de 2000. Desse tempo ficou na memória a integridade do alemão na hora do adeus à Luz.

"Sempre disse ao presidente que quando saísse deste clube não queria receber um tostão. O Benfica paga-me até ao dia de hoje e não mais do que isso", referiu Heynckes no momento em que oficializou o divórcio amigável com Vale e Azevedo, presidente do clube encarnado.

O treinador alemão fez ainda questão de manifestar um voto de confiança ao seu sucessor: "Acho que Mourinho foi uma boa escolha, aprendeu muito com Bobby Robson e Van Gaal".

Dizem que não tem um feitio fácil mas há detalhes que dizem muito do seu caráter. Em 2007 saiu do Borussia Mönchengladbach na sequência de várias ameaças de morte, que deixaram a mulher à beira de um ataque de nervos. Não se foi embora sem cumprir uma última função: entregar o carro que o clube colocara ao seu dispor tal como lhe tinha sido dado. "Está lavado e com o depósito cheio", disse quando deixou as chaves na secretaria do clube.

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