Pochettino dá a receita para a final: «Temos de jogar como quando éramos crianças»

Sobre a possível titularidade de Harry Kane, argentino não abriu o jogo

• Foto: Reuters

É uma das maiores dúvidas dos analistas e também dos adeptos do Tottenham: Harry Kane vai ou não ser titular na final da Liga dos Campeões, diante do Liverpool? A pergunta, como não poderia deixar de ser, foi a primeira na conferência de imprensa de Mauricio Pochettino e a resposta... nada esclareceu.

"Ainda não decidi. Em relação ao Harry Kane, não sei... Temos um treino [já realizado] e depois mais logo decidirei", admitiu o treinador argentino, que em relação ao onze a apresentar admite que a decisão será sempre complicada. "Não é fácil tomar uma decisão amanhã, mas também não o foi nos 'quartos' ou nas 'meias'. Em cada jogo há que tomar decisões dessa natureza e amanhã temos de tomá-las. Temos de ter o máximo de informação possível. Só podem jogar onze e não é fácil deixar alguém no banco".

"Aliás, propus à UEFA fazermos uma foto todos juntos, toda a equipa e não apenas os titulares. Porque quando falamos de futebol não podemos esquecer os valores do desporto e para quem jogamos - provavelmente milhões de pessoas um pouco por todo o Mundo. O sentimento de equipa, do clube, não apenas dos onze jogadores, mas sim dos valores coletivos", explicou.

De resto, e apontando diretamente à discussão do troféu, o argentino deu a receita aos seus jogadores para superarem este último desafio da temporada. "Estamos preparados. Temos de ambição de ganhar. Quando chegas a uma final tens de tentar ganhar. Uma final da Champions é sempre diferente de tudo a nível mental, mas também de concentração. Amanhã temos de estar preparados, voltar a sentir a emoção de há umas semanas. Com todo este stress há que sentir segurança, mas sentirmo-nos livres. Temos de jogar como quando éramos crianças. O importante é não pensar em quem nos está a ver, mas sim sair para o campo e desfrutar", declarou.

A finalizar, uma pergunta 'estranha', mas com sentido, até porque nestes casos por vezes os técnicos ou jogadores demoram a mentalizar-se que estão mesmo numa final. "É incrível estar aqui. Mas pensar na pré-temporada que isto seria possível... O Klopp é um treinador de grande sucesso, é espontâneo e gosto muito dele, apesar de ter algum azar nas finais. Mas o mais difícil é chegar aqui. Depois a vitória calha para um ou outro, mas é um excelente treinador e merece a minha felicitação pela sua terceira final", concluiu.

Por Fábio Lima
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