No St. Gallen, ninguém assume o favoritismo na eliminatória com o Benfica. "Somos o underdog. Ninguém espera que passemos esta eliminatória. Isso pode ser uma oportunidade para nós", atirou o treinador, Enrico Maassen, na conferência de imprensa de antevisão ao jogo.
"O Benfica é uma equipa de uma qualidade muito, muito alta. Quase não tem lacunas ou pontos fracos. Na época passada não perdeu qualquer jogo [no campeonato]", afirmou, desvalorizando as ausências dos jogadores que ainda não se apresentaram, depois da participação no Mundial. "Quem jogar, também tem qualidade", expressou.
Maassen está preparado para o que vai encontrar. "O Benfica tem um novo treinador e novos padrões de jogo, com os quais estamos identificados", registou, frisando: "Temos de correr muito, sofrer e defender em conjunto. Temos de aproveitar as oportunidades que vamos ter e precisamos também de um guarda-redes muito forte amanhã", reconheceu.
A propósito, Lawrence Ati-Zigi, que representou o Gana, comandado por Carlos Queiroz no Mundial'2026, já voltou aos treinos e Maassen assegurou que o guarda-redes "está em forma e vai jogar".
Com sete baixas no plantel, além de Csoboth que ficará fora por opção, o treinador alemão, de 42 anos, acredita nas chances da sua equipa: "Somos fortes nos lances de bola parada e, se conseguirmos recuperar a bola e explorar esses momentos. Se conseguirmos recuperar a bola, podemos ser um adversário desconfortável para o Benfica", avisou.
A estratégia está preparada. "Não será possível fazer pressão alta durante 90 minutos. Temos de jogar de forma mais variável. Vai ser um jogo de exigência mental e física muito elevada", disse, vincando: "Temos muito respeito pelo Benfica, mas queremos mostrar a nossa identidade e tentar surpreender o adversário."
Por Record